Saiba quem são os atletas famosos que morreram na colisão de um avião e um helicóptero nos Estados Unidos
O acidente entre uma avião comercial e um helicóptero militar nos Estados Unidos causou comoção mundial. As aeronaves colidiram no céu de Washington D.C. e todos os passageiros morreram. Entre as vítimas estavam atletas famosos.
De acordo com a imprensa internacional, atletas da patinação artística dos Estados Unidos e da Rússia estavam no avião que caiu. Evgenia Shishkova, de 52 anos, e Vadim Naumov, de 55 anos, eram campeões mundiais russos e estavam no avião, entre outros atletas da patinação.
Evgenia e Vadim eram conhecidos pela patinação em duplas e conquistaram o Campeonato Mundial em 1994, antes de mudarem para os Estados Unidos e se tornarem treinadores.
O voo levava atletas, treinadores e suas famílias após eles terem ido ao Campeonato de Patinação Artística dos EUA no Kansas. "Esses atletas, treinadores e familiares estavam retornando do National Development Camp, realizado em conjunto com o Campeonato Nacional de Patinação Artística dos EUA em Wichita, Kansas. Estamos devastados por essa tragédia indescritível e mantemos as famílias das vítimas em nossos corações. Continuaremos acompanhando a situação e divulgaremos mais informações assim que estiverem disponíveis", informou organização US Figure Skating.
Um avião com 64 pessoas, entre passageiros e tripulantes, colidiu com um helicóptero do Exército dos Estados Unidos enquanto estava indo para Washington após decolar do Kansas. A colisão aconteceu no ar poucos metros antes do pouso.
De acordo com as autoridades dos Estados Unidos, o acidente não teve sobreviventes. Agora, as equipes buscam pelos corpos e a investigação foi iniciada para entender o motivo da colisão.
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As investigações sobre a queda do avião da Voepass seguem em andamento nas autoridades aéreas do Brasil. No início de setembro de 2024, quase um mês após o acidente em Vinhedo, no interior de São Paulo, que matou 62 pessoas, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) divulgou um relatório preliminar com as informações que foram recolhidas da caixa-preta até o momento.
O relatório informou os dados factuais que já foram coletados. Estes dados mostraram que a aeronave estava certificada para voar em condições de formação de gelo, a tripulação era qualificada e tinha informações meteorológicas, houve formação de gelo severo durante o voo, a tripulação não declarou emergência e aconteceu a perda de controle durante o voo.
Além disso, o Cenipa informou que o copiloto declarou que havia bastante gelo na aeronave apenas um minuto antes da queda. Logo depois, os pilotos perderam o controle da aeronave.
Antes da queda, o avião recebeu a autorização para iniciar a curva em direção ao aeroporto. Porém, neste processo, o controle foi perdido. A aeronave virou para o lado contrário e girou cinco vezes na posição de parafuso até atingir o chão.
Durante o voo, o piloto não declarou estado de emergência em nenhum momento e a aeronave não apresentava defeitos técnicos que impossibilitassem o voo. Além disso, a caixa-preta registrou ruídos e vibrações no momento em que o controle foi perdido e um dos tripulantes informou que havia problema no sistema de degelo. "Existiram duas vezes nos gravadores de voo de voz. Em uma delas, o piloto comenta que houve falha no sistema de airframe [antigelo]. Na segunda delas, o copiloto comenta 'bastante gelo'. Foram duas vezes que foi comentado durante o voo de 1h e 10 minutos sobre o gelo”, informou tenente-coronel Paulo Mendes Fróes.
Agora, a investigação seguirá com exames de materiais e testes dos equipamentos, entrevistas e análise de procedimentos operacionais e de manutenção.
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