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Esporte / GENTE!

Vinho do Papa? Ronaldo Fenômeno dá sua versão sobre a história contada por Vampeta

O ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno, relembrou a história contada por Marcos André Batista, o Vampeta, sobre o Vinho do Papa

Juliana Dracz
por Juliana Dracz

Publicado em 24/03/2025, às 11h15

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Ronaldo Fenômeno e Vampeta - Foto: Reprodução/Instagram
Ronaldo Fenômeno e Vampeta - Foto: Reprodução/Instagram

O ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno, relembrou uma situação marcante que viveu com o também ex-jogador de futebol Marcos André Batista, o Vampeta. Em entrevista ao Charla Podcast, ele contou detalhes da história do Vinho do Papa, contada pelo ex-volante.

"Não era do Papa. Ele (Vampeta) ficou lá em casa enquanto eu tratava de uma lesão no Brasil, e lá tinha uma adega bonitinha, com umas 100 garrafas. Ele ficou duas semanas, bebeu tudo, acabou com o vinho", disse o ex-atacante.

Que continuou: "Depois de acabar com as garrafas na adega, ele achou umas caixas no chão, foi abrindo, e achou uma 'especial demais'. Era uma garrafa velha, um Pétrus de 1976, ano em que eu nasci, que eu comprei em um restaurante chamado "La Tour d'Argent", muito chique, do século XVI. Paguei 10 mil dólares, 10 mil euros, algo assim".

"Era um vinho caríssimo, não iria beber nunca, era só para guardar, ficar de recordação, uma garrafa simbólica. O Vampeta, com o pessoal dele, abriu essa garrafa, deu um copo de plástico para cada um, colocou um pouco para cada... Alguém tomou, achou quente, pegou gelo e todo mundo bebeu com uma pedrinha de gelo. Ele conta essa história como o "Vinho do Papa", mas não era, era um vinho que eu paguei bem caro", completou Ronaldo.

Versão de Vampeta

Em recente entrevista ao podcast Denílson Show, do ex-jogador ao lado do jornalista Chico Garcia, Vampeta contou sua versão da história. "Ronaldo, machucado, foi visitar o Papa João Paulo II no Vaticano. Ele levou uma camisa da Inter com o nome do Papa, e recebeu uma garrafa de vinho. Eu já tinha morado com ele na Holanda, e enquanto meu apartamento na Itália era mobiliado, eu ficava na casa dele", iniciou.

"O César, nosso amigo que cuidava da casa, falou: 'Quem abriu essa garrafa? Essa não podia não, foi o vinho que o Papa deu.' Agora já foi, irmão, estava com gosto de vinagre", complementou.

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