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Revista / REVISTA / SUPERAÇÃO

Phelipe Siani revela dificuldades financeiras na juventude e diagnóstico recente de TDAH

Em entrevista à Revista CARAS, Phelipe Siani conta os desafios antes de iniciar a carreira profissional e detalha a vida com TDAH

Mariana Silva
por Mariana Silva
mariana.silva@editoracaras.com.br

Publicado em 29/10/2024, às 14h03

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Phelipe Siani - Paulo Santos
Phelipe Siani - Paulo Santos

Quem vê Phelipe Siani(40) à frente do No Lucro, exibido na CNN Brasil, não imagina os desafios que o jornalista enfrentou antes mesmo de iniciar sua carreira. Em entrevista à Revista CARAS, ele conta que precisou superar uma juventude com pouco dinheiro para estudar jornalismo, e agora, profissionalmente consolidado, lida com o diagnóstico de TDAH. 

"Aos 15 anos, eu já sabia o que queria para minha vida, mas acreditava que era uma realidade muito distante. Eu, um garoto de escola pública, vindo de uma família que mal tinha condições de pagar o aluguel, não conseguiria chegar à faculdade. Foi com a ajuda da diretora do colégio e o apoio de minha mãe que abracei oportunidades e consegui ir além”, conta ele, citando a matriarca, Cristina (63).

​​O diagnóstico de TDAH veio recentemente e fez o comunicador entender os motivos pelos quais tem uma mente tão inquieta. “Eu tenho TDAH em um nível muito severo. O meu TDAH é o meu maior prêmio, é o que faz ser quem eu sou, mas também é um vilão que não me permite ter ócio”, conta ele, que está a frente de empreendimentos além do trabalho na CNN. 

Phelipe Siani
Phelipe Siani - Paulo Santos

Multitarefa

Para dar conta das áreas onde empreende, Phelipe montou uma equipe responsável pela parte operacional de seus projetos. “Minha participação é cada vez mais estratégica”, explica o jornalista. Apesar de sua dedicação ao trabalho e de conseguir orquestrar todas as suas funções e equipes, ele busca não se manter preso a regras e rotinas. Pelo contrário, a falta de estrutura fixa é uma característica marcante de sua vida. Contudo, Phelipe reconhece que essa intensidade, às vezes, vem com um alto preço. “Estou aprendendo a desligar um pouco, sim, a curtir minha jornada".

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