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Realeza / Bastidores

Príncipe Harry é acusado de cometer assédio contra presidente de ONG

Príncipe Harry deixou o cargo de patrono de uma ONG na África do Sul e a presidente da organização disse que ele cometeu ‘assédio e intimidação’

por Priscilla Comoti
pcomoti_colab@caras.com.br

Publicado em 31/03/2025, às 12h17

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Príncipe Harry - Foto: Getty Images
Príncipe Harry - Foto: Getty Images

O príncipe Harry foi alvo de graves acusações feitas por Sophie Chandauka, que é presidente da ONG Sentebale. Ele era patrono da organização junto com o príncipe Seeiso, mas abriu mão do cargo após discordar dos organizadores da ONG. Porém, a presidente fez acusações contra Harry em uma entrevista.

Chandauka contou que as tensões com Harry começaram em 2024. Em entrevista à Sky News, ela disse que Harry cometeu assédio e intimidação antes de deixar o posto de patrono. “A única razão pela qual estou aqui é porque em algum momento, na terça-feira, o príncipe Harry autorizou a divulgação de uma notícia prejudicial ao mundo exterior sem informar a mim ou aos diretores do meu país, ou ao meu diretor executivo”, disse ela.

E você consegue imaginar o que esse ataque fez por mim e pelos 540 indivíduos nas organizações Sentebale e suas famílias? Esse é um exemplo de assédio e intimidação em larga escala”, completou.

Harry fazia parte da ONG como uma forma de dar continuidade ao legado de sua mãe, a princesa Diana, que apoiava causas na África. Porém, ele renunciou ao posto de patrono. “Com o coração pesado, renunciamos aos nossos papeis como patronos da organização até novo aviso, em apoio e solidariedade ao conselho de curadores que teve que fazer o mesmo. É devastador que o relacionamento entre os curadores da instituição de caridade e a presidente do conselho tenha se rompido além do reparo, criando uma situação insustentável. O que aconteceu é impensável. Estamos em choque por termos que fazer isso, mas temos uma responsabilize contínua para com os beneficiários da Sentebale, então compartilhamos todas as nossas preocupações com a Comissão de Caridade sobre como isso aconteceu”, afirmou ele.

A saída de Harry e de Seeiso aconteceu após o conselho de administração pedir que a presidente renunciasse. Porém, ela entrou com uma ação judicial contra a instituição de caridade.

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