Em entrevista à CARAS Brasil, cantor Belo abre o jogo sobre entrada na Globo e nova turnê
Belo (50) terá um 2025 agitado na vida profissional. O cantor anunciou a turnê Belo in Concert, com datas confirmadas para mais de quinze cidades do Brasil e 25 apresentações. A primeira da temporada acontecerá no dia 22 de fevereiro, no Espaço Unimed, em São Paulo. Animado para a nova fase da vida, ele conversa com a CARAS Brasil sobre sua estreia no The Masked Singer e adianta novidades na música.
"É a minha entrada, é a minha abertura dentro da Rede Globo, como contratado e como artista também. Eu me sinto realizando sonhos. Aceitei o convite porque é muito divertido. É um júri, mas é muito mais livre, não tem aquela coisa de você ter o conceito como crítica, eu tenho o conceito como um músico crítico ou como um cantor, como artista crítico. Então a minha parte lá é muito mais musical, eu estou do lado de ídolos, como Tony Ramos, como Sabrina Sato, e Tatá Werneck, a própria Eliana", conta.
"Eu não tenho uma responsabilidade tão grande de estar criticando alguém, de falar: 'Você não canta, está ruim'. Eu acho que se fosse dessa forma não faria. Mas ali é um programa muito fácil no qual você tem que descobrir quem são os artistas que estão atrás daquelas máscaras", complementa.
Belo reconhece que o desejo de trabalhar na Globo é antigo e encara o The Masked como o início de uma era de oportunidades dentro da emissora. Ele não esconde desejo de ter um especial de pagode aos finais de ano e não descarta atuar em novelas.
"Há 30 anos venho fazendo um trabalho e agora eu consigo fazer uma entrega totalmente diferente, que é uma entrega não como cantor, mas sim como jurado de um programa de tanta repercussão, um programa tão grande como o The Masked. Mas é muito divertido, é muito legal", afirma.
Com estrutura internacional, o cantor vai percorrer o Brasil ao longo do próximo ano com sua nova turnê musical. Serão três horas de show, com músicas que marcaram sua carreira e sucessos gravados por outros artistas. Participações especiais em diferentes apresentações são esperadas.
"Eu ouvi muita música sertaneja, mas eu ouvi muita música clássica e música popular brasileira. É o que sempre fez a minha trajetória toda. Eu sempre cresci ouvindo Djavan, ouvindo Roberto Carlos, Guilherme Arantes, Caetano Veloso, Gilberto Gil. Era muito distância fazer isso dentro de um projeto como o Soweto. Era um grupo de pagode formado, ali eu não conseguiria fazer de forma nenhuma. Então, depois de 20 anos, consigo começar a fazer a In concert, que é o que eu sempre quis fazer", diz.
"A in Concert conta a história do que eu ouvi, do que eu cresci ouvindo. Eu faço música sertaneja também, canto Evidências... É um passeio musical, realmente, dentro de um concerto. Não esquecendo da história do Soweto. Então ali é pra agregar várias coisas, a gente consegue contar a história toda do Belo desde a infância até os dias de hoje dentro de 3 horas de show", explica o cantor.
Solteiro desde abril deste ano após separação de Gracyanne Barbosa (41), Belo tem focado na carreira e criado oportunidades. Além do reality e da turnê, nesta semana ele estreou um documentário sobre a sua história no Globoplay.
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