Carolina Dieckmmann fala sobre 1 mês da morte de Preta Gil: ‘Você está aqui’
Um mês depois da morte de Preta Gil, Carolina Dieckmmann faz homenagem carinhosa para a amiga, que partiu em decorrência do câncer

A atriz Carolina Dieckmmann fez uma homenagem emocionante para cantora Preta Gil, que morreu há um mês. Nesta quarta-feira, 20, ela relembrou a data da partida da amiga e falou sobre a saudade.
Carol relembrou momentos especiais que viveram juntas em meio à luta contra o câncer e contou que sente que a amiga segue viva em seu coração. “Um mês… E o que mais me toca vendo nossas memórias é que nunca deixamos de fazer planos; esse primeiro vídeo é do fim de março. A gente já sabia que talvez não houvesse tanta energia pra ficar de pé num palco, mas você já cogitava um voz e violão. Ali, a gente dizia pra Ivete não se preocupar… É óbvio que todo mundo se preocupava, mas era tanto amor e cuidado, e isso era TUDO o q podia ser feito!“, disse ela.
E completou: “Olho nossas fotos e não acredito, mas continuo te encontrando nos meus sorrisos, mesmo que às vezes ele venha com algumas lágrimas. É sorrindo também que te vejo, escuto sua gargalhada daqui. No dia do seu aniversário recebi a visita de uma borboleta dourada… Na hora, eu comecei a gritar o nam e falar, -olha, é a preta. Eu te vejo em tudo q é bonito e alegre. Eu te vejo no sol que brilha, no vento que canta, e mais que tudo, quando olho pra dentro de mim. Você está aqui. Te amo, pre. E a saudade é o que mais quero sentir…“.
Preta Gil morreu no dia 20 de julho de 2025, aos 50 anos, após enfrentar complicações do câncer colorretal, que foi descoberto em 2023. A morte aconteceu em Nova York, Estados Unidos. Seu corpo foi trazido de volta ao Brasil para o velório, que aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e foi aberto ao público. Por fim, o último adeus aconteceu uma cerimônia de cremação reservada para a família em 25 de julho de 2025.
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Gilberto Gil falou de Preta Gil no Fantástico
O cantor Gilberto Gil conversou com o Fantástico, da Globo, sobre a morte da filha Preta Gil, que partiu, aos 50 anos, em 20 de julho. Ele contou sobre como está se sentindo após se despedir da filha, como foi vê-la encarando o tratamento contra o câncer e qual é o destino das cinzas da cantora.
Para começar, ele foi questionado sobre como se sente depois da morte da filha. “Estamos tristes, naturalmente tristes. Ainda tendo que nos acostumar com a perda, com a falta. Preta era uma menina muito cheia de vida, muito intensa, ao mesmo tempo ela já vinha com um sofrimento prolongado, de três anos quase… A morte faz parte da vida e a gente segue”, refletiu.
Então, ele comentou sobre o carinho que os brasileiros estão proporcionando para a família desde a morte de Preta. “Tem um lado de bálsamo, um lado de alguma coisa que conforta um pouco. Ajuda a gente a resistir a dor da despedida e da perda. Eu já tinha perdido um filho lá atras de uma forma trágica”, disse ele, relembrando a morte de Pedro Gil.
Gil ainda falou sobre o longo tratamento da filha, que lutou por mais de 2 anos e meio contra o câncer colorretal com metástases. “Com Preta, a gente teve tempo para, de uma certa forma, irmos nos acostumando com a ideia. O diagnóstico dela foi logo de inicio muito duro, as expectativas em relação a possibilidade de se curar eram pequenas”, afirmou ele, e completou: “Essa luta intensa que ela teve pela vida era uma coisa que não só nos comovida como nos chamava à responsabilidade pelo fato de sermos quem somos para ela. Ela decidiu ir pelo contexto extraordinário de empenho, de amor à vida, de apego… Esses últimos tempos nos Estados Unidos foram de acompanha-la e cerca-la de muito amor”.
O cantor também comentou que não teve uma última conversa com a filha já sabendo que seria o fim porque ainda existia um mistério da vida sobre o que iria acontecer. Agora, a família já recebeu as cinzas da cantora e decidiu seguir o último deseja dela, que era que suas cinzas fossem divididas entre amigos e familiares. “Dentro dos vários pedidos que ela tinha, um deles era de que o corpo dela fosse cremado e que as cinzas fossem distribuídas entre as pessoas da família e dos amigos. Hoje eu estava vendo a caixinha com as cinzas. Tem gente que quer usar as cinzas para fazer uma joia, tem gente que quer ter um tiquinho das cinzas dela em casa, jogar um pouco no jardim de uma das casas, no mar da casa da Bahia…”, disse ele.
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