Cinema / ENTREVISTA

Rodrigo Santoro confessa como lida com a maturidade: ‘Eu continuo desejando um monte’

Rodrigo Santoro integra o elenco do filme 'O Último Azul'; em entrevista à CARAS Brasil, o ator revela sobre este projeto e abre a intimidade ao falar de maturidade

O Último Azul é estrelado por Denise Weinberg e Rodrigo Santoro, contando com a direção de Gabriel MascaroFoto: Reprodução/CARAS Brasil
O Último Azul é estrelado por Denise Weinberg e Rodrigo Santoro, contando com a direção de Gabriel MascaroFoto: Reprodução/CARAS Brasil

“Eu estou vivendo um dos melhores momentos da minha vida”, é assim que Rodrigo Santoro avalia a atual fase. O ator completou 50 anos no final do mês de agosto e também está em cartaz nos cinemas com o filme O Último Azul. A nova idade chega como a coroação de suas escolhas, dos afetos e, claro, de muitas conquistas.

Em entrevista à CARAS Brasil, Rodrigo Santoro abre a intimidade ao falar de maturidade e reflete sobre o longa. Segundo o ator, ele está celebrando meio século de vida durante um momento em que arte, família e autoconhecimento caminham lado a lado.

“É muito interessante que eu estou lançando este filme onde a temática é essa do valor de estar vivo, nunca é tarde para você redescobrir a vida, o direito que todos temos de sonhar, esperança. Eu me sinto ótimo. Eu continuo desejando um monte de coisas, tenho vários planos, projetos”, declara.

Livre de qualquer pressão

Rodrigo Santoro avalia a chegada da nova idade em ótima fase e acredita que possa existir uma certo debate sobre completar meio século, mas ele aponta: “É um tabu, os 50 anos, mas eu estou vivendo um dos melhores momentos da minha vida, eu posso falar de quem está vivendo, os 50 estão chegando muito bem”, diz. Cheio de conquistas na carreira, o ator complementa: “Estou querendo fazer muitas coisas, estou cheio de gás”, confessa.

‘Envelhecer não é triste!’

O Último Azul é estrelado por Denise Weinberg e conta com a direção de Gabriel Mascaro. O longa retrata, um Brasil distópico que possui uma medida de exílio forçado contra seus idoso. Na trama, a ideia é permitir que os jovens possam produzir sem se preocupar com os mais velhos.

Neste cenário, entra em cena Tereza, uma mulher de 77 anos que mora numa cidade industrializada na Amazônia. O diretor fala sobre o enredo: “O filme é de família, acho que vai tocar o coração de todo mundo, independente da idade. Todos nós vamos ficar velhos um dia e em muito breve”, aponta.

Denise Weinberg reflete sobre o enredo da trama: “Um filme que nós fizemos com tanto amor, tanto carinho e cuidado [….] envelhecer não é triste não, é muito bom! Isso é muito importante”, finaliza a atriz.

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Confira na íntegra a entrevista completa de Rodrigo Santoro à CARAS Brasil: