Aos 43 anos, estrela de O Diabo Veste Prada brilha em nova ficção científica que chocou os críticos
Primeiras impressões da imprensa internacional colocam a atuação de Emily Blunt no novo projeto de Steven Spielberg como um dos grandes destaques do ano

A renomada atriz britânica Emily Blunt, de 43 anos, voltou a se tornar o centro das atenções em Hollywood. A estrela é amplamente reconhecida por sua versatilidade marcante na indústria do cinema. Com efeito, ela transita com maestria entre a comédia, a ação e o drama. A artista agora colhe os frutos de seu mais novo e ambicioso projeto na carreira.
Ela ficou conhecida mundialmente por interpretar a sarcástica assistente Emily no clássico O Diabo Veste Prada (2006). Além disso, a estrela brilhou recentemente na aguardada sequência O Diabo Veste Prada 2 neste ano de 2026. Agora, a artista está sendo aclamada internacionalmente por sua performance em Dia D. Este é o novo filme do lendário diretor Steven Spielberg.
A produção foi apresentada em uma sessão especial para a imprensa internacional. Logo depois, as primeiras impressões dos críticos estrangeiros começaram a inundar as redes sociais. No X (antigo Twitter), diversos jornalistas compartilharam elogios entusiasmados à produção de ficção científica. Desse modo, todos destacaram que o trabalho de Emily Blunt na tela é simplesmente imperdível.
Crítica aponta Emily Blunt na corrida para grandes premiações
Os blockbusters de ficção científica não costumem ser o terreno tradicional para categorias de atuação em premiações de prestígio. Apesar disso, a performance da atriz promete quebrar essa barreira histórica. Steve Weintraub, do renomado portal Collider, não poupou elogios ao trabalho da britânica. Portanto, ele classificou a atuação da estrela como “incrível”.
“Sei que grandes blockbusters não costumam trazer performances que chamem a atenção para a temporada de premiações, mas assim que as pessoas perceberem o que ela faz aqui…”, escreveu o jornalista. Com isso, ele sugeriu que Blunt pode repetir o sucesso de sua indicação ao Oscar por Oppenheimer (2023).
‘O filme mais estranho de Spielberg’ e o clima de mistério
De acordo com as primeiras reações, Dia D foge do óbvio. O longa traz uma atmosfera única para a filmografia do diretor. Tessa Smith, crítica de cinema e TV do Rotten Tomatoes, definiu o longa-metragem como “fenomenal”. Dessa forma, ela pontuou que a narrativa traz uma fusão de mistério com a ficção científica clássica dos episódios de Além da Imaginação.
Paralelamente, Bill Bria, do site DiscussingFilm, foi além na análise. O jornalista cravou a obra como uma das mais diferenciadas do cineasta:
“Dia D é o filme mais estranho de Spielberg”, afirmou o repórter. Além de tudo, ele exaltou o trabalho do compositor John Williams como o mais inspirado em anos. Segundo sua análise, o roteiro é assinado em parceria por Spielberg e David Koepp. O texto consegue unir perfeitamente o clima de Arquivo X à narrativa épica de escrituras sagradas.
Uma montanha-russa eletrizante nas telas do cinema
Logo de início, o formato dinâmico da produção foi o ponto alto levantado pelos jornalistas. Drew Taylor, do The Wrap, demonstrou forte entusiasmo com o resultado final da projeção:
“Não me lembro da última vez que amei tanto um filme do Spielberg quanto Dia D. É eletrizante, engraçado, emocionante e cheio de mistério e maravilhamento”.
Do mesmo modo, Germain Lussier, do portal Gizmodo, endossou a opinião dos colegas de profissão. O crítico registrou que o longa se comporta como uma verdadeira experiência sensorial. Em resumo, ele definiu o projeto como “uma montanha-russa intensa que mistura perseguição, história de amor e mistério, tudo embrulhado numa incrível ficção científica”. A estreia no Brasil será em 11 de junho.
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