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Quem vai pagar o translado do corpo de Juliana para o Brasil?

Quem deve pagar os custos para trazer o corpo de Juliana Marins ao Brasil? Entenda o que diz a lei brasileira

Juliana Marins
Juliana Marins - Foto: Reprodução/Instagram

A morte da jovem Juliana Marins, de 26 anos, em um vulcão na Indonésia comoveu os brasileiros nesta semana. Ela foi encontrada morta alguns dias após cair em um penhasco ao redor de um vulcão durante uma trilha de caminhada. O corpo dela foi retirado do local nesta quarta-feira, 25, por meio do serviço de resgate de voluntários. Agora, o translado dos restos mortais dela deve ser feito para o Brasil e a pergunta que fica é: Quem deve pagar os custos?

De acordo com a lei brasileira, os custos do translado de mortes de brasileiros no exterior devem ser pagos pela família ou amigos. Isso porque a lei não prevê que o governo faça o pagamento deste tipo de custo.

O site G1 informou que a lei que fala sobre isso é a 9.199/2017, que diz que “a assistência consular não inclui o pagamento de despesas com sepultamento e translado de corpos de brasileiros falecidos no exterior, nem despesas com hospitalização, exceto em casos médicos específicos e atendimento emergencial de caráter humanitário”.

Com isso, os gastos devem ser pagos pela família de Juliana e seus amigos. Nesta quarta-feira, 25, surgiram informações de que o jogador de futebol Alexandre Pato se prontificou a ajudar a família com os pagamentos. De acordo com o Jornal O Globo, a equipe do SBT, onde ele é comentarista esportivo, confirmou que ele entrou em contato com a família de Juliana para se oferecer para arcar integralmente com os custos do translado do corpo dela ao Brasil.

O corpo de Juliana deverá passar por análises para ser identificada a causa da morte e a data do falecimento, já que, após a queda, ela ainda estava com vida e morreu no período em que ficou sozinha na montanha antes da chegada do resgate.

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A morte de Juliana Marins

A jovem Juliana Marins morreu aos 26 anos de idade. O corpo dela foi localizado nesta terça-feira, 24, pela equipe de busca e resgate na Indonésia. A brasileira caiu de um penhasco durante a trilha em um vulcão do Monte Rinjani no sábado, 21.

Ela ficou quatro dias presa no local de difícil acesso e não resistiu. A morte dela foi confirmada pela família em um comunicado nas redes sociais. “Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, informaram.

De acordo com a família, Juliana subiu na trilha do vulcão com um grupo de 6 turistas e 2 guias. No caminho, ela ficou cansada e pediu para parar um pouco, e o grupo seguiu sem ela. Sozinha, ela caiu no penhasco. O guia percebeu que ela caiu ao voltar para encontrá-la e ver que a jovem não estava mais lá.

Juliana nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, e era formada em Publicidade e Propaganda. Ela trabalhava como dançarina de pole dance. A jovem estava fazendo um mochilão pela Ásia, sendo que já tinha passado pelas Filipinas, Vietnã e Tailândia.

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Priscilla Comoti é editora de conteúdo do site CARAS. Ela é formada em jornalismo e em audiovisual, já passou pelos sites Contigo!, Minha Novela, TiTiTi, Mais Novela e Portal Márcia Piovesan. Escreve sobre celebridades, notícias sobre a família real britânica, TV, reality show e novelas.