Quando fazer o mesmo transplante que Eduardo Costa? Médica aponta: ‘Nessas situações só’

Eduardo Costa surpreendeu ao aparecer com o visual após realizar um transplante; em entrevista à CARAS Brasil, a Dra. Giana Campoi fala do procedimento

Eduardo Costa passa por transplante capilar
Eduardo Costa passa por transplante capilar - Foto: Reprodução/Instagram

O cantor Eduardo Costa Costa surpreendeu ao aparecer com visual renovado durante um show em Goiânia, Goiás, no último fim de semana. Após passar por um transplante capilar, ele chamou atenção pelos fios mais volumosos.

Em maio deste ano, Eduardo passou pelo procedimento, que consiste em remover folículos de uma área do couro cabeludo e implantá-los em outra. Ele comentou sobre o assunto após surgir com os cabelos raspados, chamando a atenção dos fãs.

“O cabelo está começando a crescer. Logo mais estarei com cabelo de novo, se Deus quiser. Não consegui me acostumar comigo com esse cabelo. As pessoas tem que saber que eu fiz um negócio, não tem que ficar escondendo. Não estou preocupado com a minha aparência”, disse ele na época.

O que diz a médica dermatologista?

Para entender mais sobre o assunto, a CARAS Brasil entrevista a Dra. Giana Campoi, médica dermatologista com mais de 20 anos de experiência, referência em dermatologia clínica e estética. Ela esclarece sobre o assunto.

Segundo ela, o transplante capilar é quandoos médicos especialistas neste procedimento retiram os folículos, que são as raízes do cabelo, de uma região de trás ou das laterais da cabeça e colocam na frente ou em cima, onde está faltando cabelo, geralmente por conta da alopecia androgenética.

Quando fazer?

“É indicado para quando o paciente já tentou os tratamentos clínicos e de consultório, como microagulhamento, nanoagulhamento, injeção de medicação, e mesmo assim ainda está incomodado com a falta de cabelo. Nessas situações, só o transplante vai dar o resultado esperado”, diz a médica dermatologista.

Se tornou muito popular

O mercado de transplante capilar atingiu US$ 5 bilhões em 2022, segundo um estudo da Global Market Insights. Os números também estimaram um crescimento de 21% até 2032. A Dra. Giana Campoi reforça que os resultados são muito naturais.

“Hoje em dia, o resultado fica muito natural porque colocamos fio a fio, diferente de antigamente que eram tufos inteiros. Quando bem feito, ninguém percebe que é transplante. Depois do procedimento, seguimos com medicações orais contínuas e também com tratamentos no consultório, como micro ou nanoagulhamento e aplicações de medicação no couro cabeludo, para garantir que esses fios novos se mantenham firmes e saudáveis”, finaliza ao analisar resultados como do cantor.

Leia também: Eduardo Costa surpreende com cabelos mais volumosos após transplante capilar; compare

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Dra. Giana Campoi é médica (CRM 113.427) com mais de 20 anos de experiência. Referência em dermatologia clínica e estética, a profissional une tecnologia e ciência ao cuidado humanizado. Formada pela Faculdade de Medicina da Fundação do ABC, especializou-se em Clínica Médica, Dermatologia e Tricologia. Fundadora de sua clínica no Jardim Paulista, em São Paulo, defende uma estética natural, sem descaracterizar expressões. Além de tratamentos estéticos, como toxina botulínica e lasers, prioriza a saúde da pele, prevenindo doenças como o câncer. Sempre atenta às inovações, participa de congressos internacionais para oferecer o que há de mais avançado na dermatologia, transformando vidas com ética e precisão.