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Katia Mastroto transforma couro de peixe em arte; entenda

CARAS/Divulgação

Transformar o que antes era descartado em matéria-prima nobre virou mais do que trabalho para Katia Mastroto. Filha de um criador de peixes, ela iniciou a jornada profissional atuando em uma empresa de filés de tilápia. Por lá, era responsável pelo processamento diário do pescado.

Ao lidar diretamente com a produção e o descarte das carcaças, Katia foi tomada pela inquietação. “Percebi que a pele da tilápia é um resíduo persistente no meio ambiente; nem mesmo os urubus a comem. Eu precisava achar um destino melhor para isso”, lembra ela, que se aprofundou nos conhecimentos sobre a espécie e buscou formação técnica até dominar a complexa arte do couro de peixe.

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Hoje, sua empreitada é baseada no upcycling e na economia circular. O couro de peixe é produzido por meio de um processo responsável, com uso de tanino vegetal e reaproveitamento de água, reduzindo impactos ambientais. Além da produção, Katia garante a compra do trabalho de artesãos parceiros, impulsionando a economia criativa em diferentes regiões do País. “Não é só sobre produzir, é sobre gerar impacto positivo”, resume.

 

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