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Morte de Preta Gil desperta luto coletivo e psicóloga explica o fenômeno

A psicóloga Letícia de Oliveira analisa o impacto emocional causado pela partida de Preta Gil e revela o que a tornou tão próxima do público

Preta Gil tinha 50 anos
Preta Gil tinha 50 anos - Reprodução/Instagram

A morte de Preta Gil (1974-2025) deixou o Brasil em luto. Mais do que uma despedida de uma artista querida, o falecimento da cantora gerou uma comoção que ultrapassou o círculo de fãs e familiares. Mas o que explica esse impacto tão profundo, que fez até mesmo quem não era próximo de sua trajetória sentir a perda como se fosse íntima?

A CARAS Brasil conversou com a psicóloga Leticia de Oliveira, que analisou o fenômeno do luto coletivo despertado pela artista. Segundo ela, a maneira como a filha de Gilberto Gil (83) compartilhou sua luta contra o câncer e os valores que transmitiu durante esse processo foram determinantes para essa conexão emocional com o público.

“A morte da Preta Gil, não só a morte, mas todo o tratamento dela, foi se tornando parte da vida social mesmo, parte de todos os brasileiros. Pessoas que eram fãs e que não eram fãs, pessoas que gostavam da música, do pai dela, da popularidade. Até pessoas que não eram tão próximas ou não tinham tanta afinidade foram tocadas porque ela foi mostrando alguns valores que foram cativando cada um desses brasileiros que acompanharam a batalha dela contra o câncer. A vontade dela de viver, o amor pelos amigos, o amor que os amigos demonstraram por ela, a traição que ela sofreu do ex-marido e que também gerou muita comoção”, analisa a psicóloga.

Proximidade genuína até o fim

Leticia destaca que a forma genuína com que Preta viveu os últimos meses também contribuiu para esse sentimento de proximidade coletiva.

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“Ela não desistiu e passou os últimos dias cercada de amigos e pessoas queridas. A alegria, o afeto, a dedicação, a bondade, tudo isso ficava estampado. Isso já era algo que a gente sentia mesmo sendo telespectador ou acompanhando de longe pelas redes sociais, o quanto a gente gostava dela, o quanto ela parecia próxima de todas as pessoas, cultivando relações de uma forma até profunda, não só superficial ou apenas como celebridade”, observa.

A especialista também compara o luto causado pela morte de Preta com o sentimento vivido na perda de outras figuras públicas que marcaram pela empatia e pelo amor ao próximo, como o humorista Paulo Gustavo (1978-2021).

“E agora, com o falecimento dela, a gente vê as mensagens de agradecimento, vê as pessoas realmente sofrendo, algo muito parecido com o que vivenciamos na morte do Paulo Gustavo. São pessoas de luz, pessoas diferentes que têm uma missão, que entregam amor, que lutam pela vida. Essas pessoas permanecem sempre vivas e com certeza geram um luto não só para quem as conhecia, mas também para quem as admirava”, finaliza a psicóloga.

 
 
 
 
 
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Quem é a psicóloga Letícia de Oliveira?

Letícia de Oliveira é psicóloga comportamental (CRP SP: 0695130) e referência em Análise Comportamental. Fundadora do Núcleo Letícia Oliveira, ela oferece atendimentos multidisciplinares, sempre com foco na saúde, equilíbrio e cuidado do corpo e da mente.

Dra. Leticia de Oliveira é psicóloga comportamental (CRP SP: 0695130) com referência em Análise comportamental. É fundadora do Núcleo Letícia Oliveira, ao qual presta atendimentos multidisciplinares, com foco na saúde e cuidado do corpo e mente. Atuou como psicóloga consultiva no programa “É De Casa”, da Rede Globo, e ao longo de sua carreira, já ajudou milhares de mulheres a conquistarem o controle de suas moções e terem uma leve e feliz om seus treinamentos e consultas.