Roberta Miranda explica o que aconteceu após suposta agressão a fã durante show
A cantora Roberta Miranda se pronunciou sobre o vídeo em que aparece supostamente empurrando e chutando um homem durante um show

A cantora Roberta Miranda usou as redes sociais na noite de quarta-feira, 30, para se pronunciar sobre o vídeo em que aparece supostamente empurrando e chutando um homem que subiu ao palco durante seu show em Campos Sales, no interior do Ceará. O episódio, ocorrido na noite de terça-feira, 29, foi registrado por um fã que estava na plateia.
“Sei que as pessoas estão esperando que eu fale algo. O ângulo que mostraram está errado. Eu não culpo a imprensa, porque mostraram um ângulo errado. Agora o ângulo certo está indo para vocês”, disse ela, que explicou o que aconteceu.
“Eu estava dando um abraço gostoso, carinhoso, na minha fã e, de repente, perceba aí, ele levanta e bate com a mão [a cantora apontou para o rosto], e eu me assustei. Ação e reação. Foi a reação que eu tive”, comentou a artista em seguida.
Na legenda, adicionou: “O rapaz por pouco não causou um acidente envolvendo também minha fã e fotógrafo. Por pouco quase caímos do palco. Toda ação causa uma reação. No fim, minha equipe de segurança conseguiu conter o rapaz que invadiu o palco. Sinto muito, mas valeu o abraço dado a minha fã”.
Nas imagens, Roberta aparece abraçando uma fã que havia subido ao palco, quando, no mesmo momento, um homem também invadiu o espaço. Ao ser contido por um funcionário da equipe, ele acabou trombando com a artista, que se assustou e reagiu o empurrando.
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O início da carreira de Roberta Miranda
Recentemente, o apresentador Beetto Saad bateu um papo exclusivo com a cantora e compositora Roberta Miranda a pedido da CARAS Brasil. E eles relembraram o início da carreira da artista nos anos 1980, que se apresentava em bares históricos da boemia de São Paulo.
“Era uma época que não tinha condição de ter o dinheiro para o almoço, para o jantar, então foi uma forma que Deus me mostrou de andar por esses bares, ganhar um pouquinho, o equivalente, vamos dizer, a 600 reais por mês. Mas qual era o meu grande negócio? Além de cantar, era o jantar, porque a gente não tinha aquelas condições todas”, contou.
“Uma coisa que acho que pouca gente sabe é que quando terminava de cantar nos bares, às 6h, 7h, eu descia a Rua da Consolação, a pé, porque não tinha dinheiro para pagar o ônibus. E do lado esquerdo da igreja hoje, da Consolação, tinha um restaurante. Nesse restaurante, eu tinha dinheiro apenas para pagar banana split. Eu comia aquela banana split, 7 ou 8 reais, sei lá, e ia dormir. Acordava, seguia para o Beco (bar e restaurante) ou Jogral (bar que entre meados da década de 1960 e início da de 1970 foi o mais importante reduto musical paulista), jantava e cantava. E assim foi sucessivamente durante 14 anos”, recordou a cantora. Leia mais aqui!
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