Dona de uma fortuna estimada em US$ 850 milhões – cerca de R$ 4,4 bilhões -, a cantora Madonna é um ícone da música pop internacional. Porém, nem tudo são flores na vida dela. A estrela vive com um problema no joelho que a faz sentir dores e ter sofrido mudanças em sua rotina para manter a agenda de trabalho.
A estrela construiu uma carreira de sucesso e é conhecida por sua intensidade física nos shows. Com coreografias impactantes, ela viu o preço do esforço físico em seu corpo. A estrela sofreu problemas e lesões no joelho ao longo dos anos com a sobrecarga do uso frequente de salto salto e da corrida.
Com isso, Madonna desenvolveu uma deficiência de cartilagem no joelho. “Estou com o joelho ruim. Não tenho mais cartilagem nele graças a tanto tempo dançando de salto alto, correndo no asfalto e praticando Ashtanga yoga”, disse ela em uma entrevista, de acordo com a revista People.
Além disso, ela completou: “Até um ano atrás, eu pulava em camas elásticas, fazia exercícios aeróbicos de dança e muita coisa que os médicos chamariam de sobrecarga nas articulações. Não posso mais fazer isso”.
A mudança em prol da saúde
Com o problema de sobrecarga nos joelhos, Madonna precisou mudar seus hábitos para seguir trabalhando e tendo mobilidade. Ela deixou de lado as corridas e evita o salto alto no dia a dia. Em vez disso, ela aderiu aos exercícios sem impacto, como aulas em bicicletas aeróbicas e treino em circuito.
“Eu uso bicicletas Peloton, o Versa Climber e faço treino em circuito de alta intensidade. Pedalo muito ao ar livre. Eu danço”, disse ela.

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Destaques incríveis da trajetória de Madonna
A trajetória de Madonna Louise Ciccone no cenário cultural global é o exemplo máximo de inovação, resiliência e poder de reinvenção. Considerada unanimemente a Rainha do Pop, a artista norte-americana não apenas construiu uma carreira musical repleta de recordes bilionários, mas transformou-se em um dos maiores ícones da história da humanidade. Misturando música, moda, política, religião e comportamento, Madonna quebrou barreiras estruturais, abriu caminhos para todas as gerações de artistas femininas que vieram depois dela e fixou seu nome como a artista feminina mais bem-sucedida de todos os tempos.
A caminhada de Madonna rumo ao estrelato começou com uma dose extrema de coragem no final dos anos 1970. Criada em uma família tradicional no Michigan e marcada pela perda precoce da mãe, a jovem abandonou a faculdade de dança e mudou-se para Nova York com, segundo suas próprias palavras históricas, apenas “35 dólares no bolso” e o sonho de vencer na arte.
Após trabalhar como garçonete, modelo fotográfica e tocar em bandas de rock underground, ela assinou seu primeiro contrato fonográfico. O álbum de estreia, Madonna (1983), trouxe os primeiros sucessos nas pistas, como Holiday e Borderline. Mas foi com o lançamento do divisor de águas Like a Virgin (1984) que a cantora explodiu globalmente. Suas luvas de renda, crucifixos e a apresentação icônica no primeiro MTV Video Music Awards (VMA) ditaram a moda da juventude daquela década e criaram o primeiro grande fenômeno de “Madonnamania” no planeta.
A era dos videoclipes, o confronto com o Vaticano e o livro
Nos anos 1990, Madonna elevou o status do videoclipe a uma forma de arte cinematográfica e transformou-se na maior estrela da era de ouro da MTV. Músicas como Vogue popularizaram a cultura das pistas de dança underground e do movimento LGBTQIA+, enquanto a polêmica em torno de Like a Prayer — com sua mistura de iconografia católica e protesto contra o racismo — gerou boicotes e a condenação formal do Vaticano, o que só aumentou seu magnetismo cultural.
Sempre à frente de seu tempo no debate sobre a liberdade sexual feminina, a cantora chocou o mercado tradicional ao lançar o álbum Erotica em paralelo com o livro fotográfico Sex (1992). Criticada ferozmente na época por setores conservadores da imprensa, a fase foi posteriormente reavaliada por historiadores da arte como um manifesto feminista pioneiro e corajoso de apropriação do próprio corpo e da própria narrativa.
A aclamação no cinema com Evita e o renascimento espiritual com Ray of Light
Buscando o reconhecimento também na atuação, Madonna entregou a performance de sua vida nos cinemas ao protagonizar o musical Evita (1996), interpretando a líder argentina Eva Perón. Sua atuação densa e elogiada garantiu a ela o prestigiado prêmio de Melhor Atriz no Globo de Ouro, calando os críticos que duvidavam de sua capacidade dramática.
A maternidade e o interesse pelo misticismo oriental e pela Cabala deram o tom de sua maior obra-prima musical no final da década: o álbum Ray of Light (1998). Misturando música eletrônica techno com letras introspectivas e vocais impecáveis, o projeto foi um sucesso avassalador de crítica e público, rendendo a ela múltiplos prêmios Grammy e redefinindo a sonoridade do pop para a virada do milênio, feito que ela repetiria anos mais tarde com o dançante Confessions on a Dance Floor (2005).
A turnê histórica em Copacabana e o foco no legado na maturidade
- O maior show da história: Mostrando que sua capacidade de mobilizar multidões permanece intacta, Madonna escolheu a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para o encerramento histórico de sua bem-sucedida The Celebration Tour. A apresentação gratuita reuniu mais de 1,6 milhão de pessoas nas areias cariocas, quebrando recordes mundiais e consolidando-se como o maior show de toda a sua lendária carreira.
- Família unida no palco: Uma das marcas registradas de suas turnês recentes é a participação ativa de seus filhos. Mãe orgulhosa de seis — Lourdes Maria, Rocco, David Banda, Mercy James e as gêmeas Estere e Stella —, a cantora frequentemente divide os holofotes com os herdeiros, que demonstram talentos na dança, no piano e nas artes visuais.
- Ativismo humanitário: Além dos palcos, Madonna dedica grande parte de seu tempo e fortuna à fundação Raising Malawi, organização sem fins lucrativos criada por ela para financiar escolas, orfanatos e hospitais infantis no país africano onde adotou quatro de seus filhos.
- Madonna chega a esta fase da vida consolidada como uma força da natureza insubstituível. Ao se recusar a se aposentar ou a se encaixar nos padrões tradicionais de envelhecimento impostos pela sociedade, a Rainha do Pop continua a escrever capítulos inéditos na cultura pop. Ela prova diariamente que o verdadeiro poder de um artista não está apenas em acumular números 1 nas paradas, mas na coragem de continuar provocando, inspirando e comandando o mundo com as próprias rédeas.
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