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Gravidez de Bruna Biancardi é diferente e médica aponta riscos específicos

Segundo a ginecologista Fabiane Gama, sintomas físicos intensificam na segunda gravidez e histórico obstétrico orienta abordagem personalizada

Bruna Biancardi é mãe de Mavie e Mel
Bruna Biancardi é mãe de Mavie e Mel - Reprodução/Instagram

Mãe de Mavie (1) e da recém-nascida Mel (15 dias), Bruna Biancardi (31), ambas filhas do jogador Neymar Jr. (33), abriu o coração nas redes sociais ao falar sobre as diferenças entre suas duas gestações. Segundo ela, a primeira gravidez foi marcada por mais inseguranças, enquanto a segunda aconteceu de forma mais natural e tranquila.

Mas afinal, o que muda de uma gestação para outra? Em entrevista à CARAS Brasil, a ginecologista Fabiane Gama explica que as alterações entre a primeira e a segunda gravidez são reais e, muitas vezes, até intensas.

O que o corpo da mulher pode sentir?

De acordo com a especialista, há sim mudanças físicas e até nos cuidados médicos: “Podem existir diferenças. Na segunda gravidez, os sintomas físicos podem surgir mais cedo e ser mais intensos, como dores lombares ou cansaço, devido à maior frouxidão dos tecidos”, afirma.

Além disso, o histórico da gestação anterior influencia diretamente nos riscos e nas medidas que devem ser adotadas:

“Os riscos variam conforme o histórico da gestação anterior, por exemplo, se houve hipertensão, parto prematuro ou cesárea, isso pode influenciar os cuidados agora. Mesmo com experiência prévia, é essencial manter o pré-natal regular, mas os cuidados podem ser adaptados conforme a saúde atual e o histórico obstétrico da paciente”, completa a ginecologista.

Quando o corpo dá sinais de que o parto está próximo?

Muitas mães, como Bruna Biancardi, optam por esperar o parto acontecer de forma espontânea, sem induções médicas. A médica lista os principais sinais de que o corpo está se preparando naturalmente para o nascimento do bebê:

“Os sinais de que o corpo está pronto para o parto incluem contrações regulares e intensas, perda do tampão mucoso, dilatação do colo do útero e ruptura da bolsa amniótica”, detalha.

Durante essa fase final, os cuidados precisam ser redobrados: “Durante esse período de espera, é fundamental manter o acompanhamento médico, observar os movimentos do bebê, hidratar-se bem, descansar e procurar a maternidade caso haja dor intensa, sangramento, diminuição dos movimentos fetais ou rompimento da bolsa. O parto deve ocorrer com segurança, respeitando o tempo do corpo, mas com vigilância constante”, orienta a médica.

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Dra. Fabiane Gama é ginecologista geral (CRM/RS 34580 - CRM 52-124302-0/RJ), regenerativa funcional e estética íntima com graduação em medicina e especialização em Ginecologia e Obstetrícia pela UCPEL. Pós-graduada em medicina estética pela Isbrae e preceptora do programa de residência médica no período de atuação na UCPEL e UFPEL. Atua como docente de cursos na área de laserterapia na disfunção urogenital e estética íntima e professora e coordenadora nacional do curso de pós-graduação de Ginecologia Regenerativa e Estética Íntima da MEDPOS- BRASIL. É também diretora médica da Alife Clínica Médica.