IZA mergulha no reggae e revela impacto da maternidade: ‘Fala alto no meu coração’
Em entrevista para CARAS TV, cantora IZA revela como a chegada da filha impulsionou sua conexão com o reggae e anuncia álbum inédito para 2026

IZA decidiu virar a chave mais uma vez. Depois de conquistar o público com o pop de Dona de Mim (2018) e explorar o afrobeat em Afrodhit (2023), a cantora agora se entrega de corpo e alma ao reggae.
O pontapé inicial dessa fase foi dado no festival The Town, em um show marcante com referências ao Egito Antigo. Agora, a artista oficializa o movimento com os singles Caos e Sal e Tão Bonito, lançados este mês. O álbum completo já tem previsão: 2026.
Em entrevista exclusiva para CARAS TV, IZA falou sobre sua evolução artística, a influência da maternidade na criação musical e o que espera transmitir à filha, Nala, de onze meses.
O momento certo para o reggae
IZA revela que o reggae sempre fez parte da sua vida, mas a maternidade intensificou a conexão:
“Sempre fez parte da minha vida. O reggae me alimenta, faz muito sentido pra mim e sempre esteve presente na minha carreira, com o Pesadão, o Brisa… várias parcerias que lancei ao longo do tempo. Mas, principalmente agora na maternidade, ele fala alto no meu coração“, diz a cantora.
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Ela completa: “Eu escuto muito reggae com a Nala, escutava quando ela tava na minha barriga. Pra mim, o reggae engloba tudo que eu mais gosto: R&B, soul, gospel. Por isso, fazer isso agora fez muito sentido.”
Maternidade e criação artística
Ser mãe mudou a forma como IZA encara a criação musical:
“Antes, quando não tinha Nala, eu tinha muito mais espaço para dúvida. Agora não tem tempo. Sem tempo para nós, sem tempo para dúvida, sem tempo para nada. Porque tudo acontece ao mesmo tempo, e tem um ser humano totalmente dependente de você. Isso fez meu processo criativo mais objetivo, intenso. Cada minuto que tenho para criar é precioso.”
Criação sonora e visual
IZA também detalhou como o álbum, que está sendo com Rafael Tudesco, Julio Fejuca e Nave Beatz, une profundidade musical e estética visual:
“Estou trabalhando com Nave e Fejuca de forma centralizada. São eles que estão construindo esse álbum, conectando pessoas, junto com o Rafael Tudesco, que trabalha comigo desde sempre. Sabia que conseguiria defender bem esse estilo musical contando essa história. As histórias visuais são muito importantes para mim. Deixei claro qual era o direcionamento e não paramos de pesquisar para que tudo faça sentido artisticamente.”
Legado e ensinamentos para Nala
A cantora enfatiza que sua nova fase musical também carrega mensagens de felicidade, empoderamento e humildade para a filha:
“A Nala precisa me ver feliz, independente do que estou fazendo — show, reggae, bossa nova, qualquer coisa. Ela precisa entender que o segredo de tudo é estar feliz, em paz consigo mesma. Tudo que a gente fizer na vida tem que buscar isso. Quero que ela seja humilde, respeite os outros, seja confiante. Que saiba que não é melhor nem pior que ninguém, que todo mundo é igual. E eu vou estar sempre aqui.”
Assista a entrevista completa:
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