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Rita Batista destaca a importância do debate sobre representatividade: ‘Quem ganha é o Brasil’

Em conversa com a CARAS Brasil, Rita Batista falou sobre a importância do Negritudes e citou nomes de destaque presentes na programação

Foto: Globo/Jordan Villas
A jornalista Rita Batista | Foto: Globo/Jordan Villas

Nesta quinta-feira, 18, a jornalista Rita Batista vive um dia especial em sua carreira. Comandando mesas de conversa no Festival Negritudes, ela comenta, com exclusividade à CARAS Brasil, a relevância do evento idealizado pela TV Globo, que conta com nomes de peso, e reforça a importância do debate sobre representatividade, e de celebrar as narrativas negras.

“A gente tem Carmem Virgínia, Jota.pê – que brilhou agora no palco do The Town -, Mamede, que foi um dos participantes de Chef de Alto Nível com grande destaque, Jennifer Nascimento, que está maravilhosa como Dita na novela das 6 […] Vai ser uma mesa de muito destaque. A gente tem a possibilidade de falar sobre a influência dessas várias vertentes: culinária, artes, canto, atuação e, de novo, de experiência de negritudes diferentes”, diz.

A importância do Negritudes para a representatividade

Rita Batista também destacou a relevância de um espaço, como o Negritudes, para pautar questões de representatividade e identidade negra em rede nacional.

“67% da população se declara negra ou parda. As queixas, as questões, as celebrações, as dores, os manifestos, isso tudo tá diluído nos debates, nas oficinas, nos podcasts, nas mesas, nos shows”.

Segundo a jornalista, as negritudes são muitas e múltiplas, então todas as experiências se encontram no palco, entre as conversas e as trocas. Seja elas do telespectador, do influenciador, do criador de conteúdo, da modelo, do cantor…“Quem ganha mesmo é o Brasil”, destaca.

“Quando a gente tem um produto como o Negritudes que é um sucesso de público e crítica e que está pulverizado em 2025, que está nas principais capitais, a gente consegue, de fato, estar mais perto e entender melhor o que essa população está demandando”.

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O impacto em gerações mais novas

Rita Batista também reforçou o impacto que um evento como esse causa em gerações mais novas. A jornalista destacou que, como os mais jovens nasceram com a internet (e até depois dela), debates presenciais são super importantes para estreitar laços de representatividade.

“Eu acho que o Negritudes pode impactar as gerações mais novas, trazendo para perto do debate, vivendo essa experiência no presencial […] Esses mais novos têm várias outras ideias, vivem o seu hoje, mas ouvem as vozes que pavimentaram esse caminho para hoje eles pudessem, inclusive, desfilar suas negritudes nessa passarela que é a vida”.

A jornalista e apresentadora também deixa claro sua alegria por estar presente, em 2025, mediando debates e rodas de conversa: “Eu tô muito feliz porque essa mesa é muito potente. O festival Negritudes me convidou para falar de uma mesa sobre as brasilidades com foco, é claro, dessa herança do povo negro para o país”, finaliza.

O Festival Negritudes acontece em São Paulo, no Sesc Pompeia, e tem programação ao longo de todo o dia.

 

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Ana Júlia Resende é jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonada pela comunicação e por contar boas histórias, escreve sobre celebridades, música e novelas.