Bárbara Aguiar diz: “Estrias deixam marcas na pele, mas também na autoestima feminina”

Restauração da pele tem transformado a relação de mulheres com o próprio corpo após maternidade, alterações hormonais e inseguranças construídas ao longo dos anos

Fotos: SSS Assessoria

Durante muito tempo, as estrias foram tratadas apenas como uma questão estética. Pequenas marcas na pele que apareciam após gravidez, crescimento acelerado, mudanças hormonais ou variações de peso e que, muitas vezes, eram normalizadas com frases como “toda mulher tem”. Mas, dentro dos consultórios especializados, a realidade costuma ser mais profunda.

Por trás das marcas visíveis, existe um impacto emocional silencioso que acompanha muitas mulheres por anos. São pacientes que deixam de usar biquíni, evitam roupas curtas, escondem os braços, recusam fotos, deixam de frequentar praia e piscina e, em alguns casos, até desenvolvem inseguranças nos relacionamentos afetivos por vergonha do próprio corpo.

Segundo Bárbara Aguiar, criadora do Método Bárbara Aguiar, essa dor emocional ainda é pouco discutida quando o assunto é estria. “A maioria das pacientes não sofre apenas pela marca na pele. O que machuca é a forma como isso afeta a feminilidade, a autoestima e a confiança. Muitas chegam ao consultório emocionalmente abaladas, depois de anos tentando esconder o corpo”, explica.

Quando a estética encontra a autoestima

O tema ganhou ainda mais força nos últimos anos com o crescimento das redes sociais e da exposição constante da imagem. Ao mesmo tempo em que aumentou o discurso sobre autoestima e aceitação, também cresceu a procura por tratamentos seguros, naturais e com resultados reais para restaurar a qualidade da pele.

Hoje, a conversa já não gira apenas em torno de “disfarçar” estrias. Existe uma busca maior por regeneração da pele e por tratamentos que entreguem melhora real da textura e da aparência da região afetada.

Gravidez, adolescência e alterações hormonais estão entre os principais gatilhos

As estrias podem surgir em diferentes fases da vida, mas alguns momentos costumam impactar de forma mais intensa a pele feminina. Gravidez, adolescência e alterações hormonais aparecem entre os fatores mais comuns relatados pelas pacientes.

Durante a gestação, por exemplo, o aumento de hormônios, aliado a uma alimentação rica em açúcares e carboidratos, favorece o aparecimento de estrias. Em muitas mulheres, as marcas surgem justamente em um momento de transformação física e emocional intensa.

Depois da maternidade, não é raro que a relação com o próprio corpo também mude. Algumas pacientes relatam dificuldade de se reconhecer fisicamente após a gravidez, principalmente quando as estrias aparecem em regiões como abdômen, seios e quadris.

Na adolescência, as alterações hormonais, associadas à alimentação e ao sedentarismo, podem desencadear estrias em áreas como pernas, glúteos, braços e costas. Embora seja uma fase comum para o aparecimento das marcas, o impacto emocional costuma ser significativo, justamente por acontecer em um período de formação da autoestima.

“Muitas pacientes convivem anos escondendo determinadas regiões do corpo. Algumas deixam até de usar regata por causa de estrias nos braços. Outras evitam praia com os filhos ou situações sociais por insegurança”, conta Bárbara.

O maior mito ainda é acreditar que estria não tem solução

Entre as principais dúvidas que chegam, uma continua aparecendo com frequência: estrias têm tratamento real?

Segundo Bárbara Aguiar, existe um mito muito forte de que estrias são definitivas e não podem melhorar de forma significativa. Isso faz com que muitas mulheres desistam de procurar ajuda após experiências frustradas com procedimentos que prometiam resultado rápido, mas entregavam pouca mudança prática.

“O maior mito é acreditar que estria não tem solução. Tanto a estria branca, mais antiga, quanto a vermelha ou marrom podem apresentar melhora importante quando existe um tratamento desenvolvido especificamente para restauração da pele”, afirma.

A especialista explica que o principal problema de muitos procedimentos atuais é focar apenas na camuflagem superficial da marca. Em vez de trabalhar a regeneração real do tecido, alguns tratamentos tentam apenas minimizar visualmente a diferença de cor ou textura.

Dentro dessa proposta de regeneração cutânea, Bárbara desenvolveu, em 2013, o Método Bárbara Aguiar, técnica voltada exclusivamente ao tratamento de estrias.

Método aposta em restauração da pele sem camuflagem

Diferente de abordagens baseadas em aparelhos ou pigmentação, o método criado por Bárbara trabalha a regeneração tecidual da pele de forma manual e individualizada. Segundo a especialista, o procedimento não utiliza tintas nem técnicas de camuflagem. O foco é estimular a reconstrução real da pele por meio de um processo controlado de regeneração.

“O método foi desenvolvido para restaurar a pele e não apenas esconder a estria. Trabalhamos estria por estria, de forma artesanal, respeitando a fisiologia cutânea e estimulando a regeneração do tecido”, explica.

O tratamento também inclui acompanhamento individualizado, com uso de suplementos alimentares e cosméticos específicos para cada tipo de estria e perfil de pele.

A técnica pode ser indicada para estrias brancas, vermelhas e marrons em diferentes regiões do corpo e variados fototipos de pele. Ainda assim, cada paciente passa por avaliação individual antes de iniciar o tratamento, já que existem contra indicações relacionadas à cicatrização e a condições específicas da pele.

Segundo Bárbara, os primeiros sinais de melhora costumam aparecer cerca de 30 dias após a primeira sessão. Em média, pacientes com estrias brancas realizam de duas a três sessões, enquanto estrias vermelhas podem exigir entre três e cinco sessões.

A especialista afirma que os resultados podem alcançar uma recuperação média entre 70% e 100% da área tratada, dependendo das características da pele e da resposta individual de cada paciente.

Referência internacional e atuação no Brasil

Criado há mais de 13 anos, o Método Bárbara Aguiar se tornou referência internacional no tratamento de estrias e hoje conta com profissionais habilitados em 17 países. Além de atender pacientes de diferentes regiões do Brasil e do exterior, Bárbara também ministra cursos voltados exclusivamente para profissionais da saúde e da estética.

À frente do Instituto Barbara Aguiar, em São Paulo, a especialista construiu uma trajetória voltada à restauração da pele e à autoestima feminina.

Formada em Fisioterapia, com formação em Medicina Tradicional Chinesa Sistêmica e Estética e pós-graduação em Estética e Cosmetologia, Bárbara defende uma abordagem humanizada e individualizada no tratamento das pacientes. Para ela, o principal objetivo vai além da melhora estética.

“Estrias não precisam ser encaradas como uma sentença definitiva. Autoestima também é saúde emocional. Quando algo incomoda, a mulher tem o direito de buscar tratamento sem culpa”, afirma.

E complementa: “Muitas mulheres chegam ao consultório depois de anos sem conseguir olhar para determinadas partes do corpo com tranquilidade. Quando elas recuperam confiança para usar uma roupa que evitavam ou vão à praia sem insegurança, existe uma transformação emocional muito forte”, finaliza.

Instagram: @estriasbarbaraaguiar

Site: www.barbaraaguiar.com.br

Esse texto é de responsabilidade da SSS Assessoria