Depois de construir uma trajetória no audiovisual e na música, Priscilla (30) encontrou no teatro musical um novo espaço para explorar sua arte. Após estrear nos palcos como Nessarose, na montagem brasileira de Wicked, a artista assumiu, em 2026, o desafio de interpretar Susi Original em Susi, o Musical, espetáculo que estreou em fevereiro, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.
O trabalho rendeu a Priscilla, agora, uma indicação ao Prêmio Bibi Ferreira 2026, na categoria Melhor Revelação em Musicais. A indicação chega em um momento de expansão da trajetória de Priscilla no teatro, enquanto a artista também vive uma nova fase na música. Recentemente, ela lançou ECO, seu novo álbum de estúdio e primeiro projeto produzido com total autonomia sobre sua arte. Depois de duas décadas de carreira, o disco marca uma nova etapa de Priscilla como cantora e compositora independente.
Em entrevista à CARAS Brasil, a artista fala sobre a relação antiga com o teatro, a experiência de levar sua voz para os palcos e o processo de transformar uma personagem originalmente inanimada em alguém com emoções e personalidade.
Como surgiu sua relação com o teatro musical e o que fez você perceber que queria investir também nesse caminho?
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“Teatro musical sempre foi um sonho e uma vontade, e eu acredito que toda a experiência que tive no audiovisual desde a infância veio me preparando para um momento como esse. A partir do momento em que pisei no palco do teatro, vi que eu também tinha sido feita para aquilo.”
Sua estreia nos musicais aconteceu recentemente, com Nessarose, em Wicked. O que essa primeira experiência trouxe para você como artista?
“Era uma oportunidade de usar a minha voz de um jeito diferente, em um palco diferente, e viver a arte da música de uma outra forma. Então foi uma experiência incrível e, a partir dali, soube que era algo que gostaria de manter na minha vida.”
Além do aprendizado profissional, o que essa experiência representou pessoalmente?
“Conheci pessoas incríveis, grandes amigos que estão comigo até hoje e pude dar vida a uma personagem tão icônica, principalmente por poder construí-la do zero.”
Em Susi, o Musical, você encarou um desafio bastante particular: dar vida a uma personagem que originalmente é uma boneca. Como foi esse processo de construção?
“É uma personagem inanimada, então criar suas emoções, seus pensamentos e transformar isso em algo palpável, com que o público pudesse se relacionar e se conectar, foi uma oportunidade maravilhosa. Eu me sinto muito honrada.”
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