A partilha dos bens deixados pelo ex-jogador Pelé, falecido aos 82 anos em dezembro de 2022, segue na Justiça paulista, com a definição sobre os imóveis e demais ativos do atleta. Entre as propriedades que integram o legado patrimonial do Rei do Futebol está uma fazenda de aproximadamente 661,61 hectares localizada em Juquiá, no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. O imóvel pertenceu ao craque por quase quatro décadas e reuniu estruturas residenciais, áreas de lazer e instalações destinadas à produção agropecuária.
Como funciona a divisão da herança de Pelé na Justiça
A partilha dos bens do Rei do Futebol tramita sob segredo de Justiça na 2ª Vara de Família e Sucessões de Santos, no litoral paulista. O testamento assinado pelo ex-atleta destinou 30% de seus bens à viúva, Márcia Aoki. A divisão do restante envolve os demais beneficiários previstos no documento, entre filhos e netos, além de outras questões relacionadas ao reconhecimento de herdeiros e à administração do espólio. A partilha ainda depende das definições judiciais.

Leia Mais
- Avaliada em R$ 18 milhões, mansão de astro morto há 3 anos segue abandonada e choca por abandono
- Morto em 2022, Pelé ‘deixou’ fazenda de 700 hectares usada como refúgio pela família no interior de SP
- Como era o refúgio de Pelé nos últimos anos? Casa do Rei do Futebol reunia quase 4 mil m², quatro andares e vista para a praia
A propriedade rural no município de Juquiá, conhecida como Fazenda Sossego, possui aproximadamente 661,61 hectares e reúne áreas de produção agropecuária, estruturas residenciais e espaços de lazer. Segundo reportagens publicadas pela CNN Brasil e pelo Terra em outubro de 2026, o imóvel foi anunciado por R$ 35 milhões, embora a administradora tenha negado que a propriedade estivesse disponível para compra. A fazenda conta com áreas destinadas à pecuária, à agricultura e à piscicultura, além de instalações para atividades recreativas.
Pelé adquiriu a propriedade no final da década de 1960, período em que vivia o auge de sua carreira no futebol. Durante quase quatro décadas, o espaço também funcionou como empreendimento rural. A estrutura chegou a abrigar criação de gado, suínos e peixes, além de áreas destinadas ao cultivo agrícola. A fazenda contava ainda com diferentes sedes residenciais e instalações de lazer, incluindo campo de futebol, piscina e quadras esportivas.
Mais lidas
Com a nomeação de Edson Cholbi do Nascimento, conhecido como Edinho, para o cargo de inventariante após a renúncia de Márcia Aoki, a administração dos bens passou a integrar as responsabilidades do processo sucessório. Em 2025, porém, foi noticiada a renúncia de Edinho à função e a indicação de Flávia Christina Kurtz Arantes do Nascimento para substituí-lo. A situação atual da nomeação precisa ser confirmada nos registros judiciais antes de afirmar quem exerce oficialmente o cargo. O inventariante é responsável pelos atos de administração do espólio e pela prestação de contas nos termos determinados pela Justiça.

Quais bens compõem o patrimônio deixado pelo Rei do Futebol
O inventário reúne diferentes ativos imobiliários, comerciais e financeiros associados ao ex-jogador. A relação de bens e a definição dos direitos dos beneficiários dependem do andamento do processo judicial. Entre os principais elementos divulgados em reportagens sobre o patrimônio de Pelé, destacam-se:
- imóveis residenciais de luxo na Baixada Santista, incluindo a casa onde ele morava;
- propriedades rurais destinadas a atividades agropecuárias no interior do estado de São Paulo;
- direitos relacionados à exploração comercial da marca e do nome do ex-jogador;
- possíveis participações societárias e ativos financeiros incluídos na relação patrimonial do inventário.
Qual o destino atual da fazenda de setecentos hectares de Pelé
A viúva Márcia Aoki renunciou ao cargo de inventariante no início do processo, em 2023, e Edinho foi escolhido para assumir a função posteriormente. Em 2025, contudo, foi noticiada a renúncia do filho do ex-jogador ao cargo e a indicação de outra representante para a inventariança. A condução do espólio e a administração dos bens devem seguir as determinações judiciais.
A Fazenda Sossego foi anunciada no mercado imobiliário por R$ 35 milhões, conforme reportagens publicadas em outubro de 2026. Entretanto, a administradora negou que o imóvel estivesse disponível para compra, o que impede afirmar que a venda esteja confirmada. Também não há confirmação suficiente para atribuir ao processo de inventário uma decisão definitiva de vender especificamente a fazenda.
A destinação da propriedade depende da situação documental do imóvel e das decisões relacionadas ao patrimônio deixado pelo ex-atleta. A conclusão da partilha exige a resolução das questões sucessórias e financeiras do espólio, além da definição dos direitos de cada beneficiário. Até que haja confirmação oficial, não é possível afirmar que a fazenda será vendida ou que seus recursos serão destinados prioritariamente ao pagamento de tributos e à distribuição entre os herdeiros.
+Siga os canais da CARAS Brasil no Instagram e no Whatsapp para receber as principais notícias dos famosos em tempo real: Clique aqui para seguir no Instagram e Confira aqui o canal no Whatsapp!
Comentários
O que você achou dessa matéria?
Participe da conversa
Entre ou crie sua conta para deixar um comentário.