Ídolo do basquete brasileiro, Oscar Schmidt também guardava dentro de casa parte da história construída ao longo de sua trajetória nas quadras. Morto aos 68 anos, em abril de 2026, o eterno “Mão Santa” chegou a abrir as portas de sua mansão para a televisão, revelando detalhes da residência e espaços dedicados às recordações de sua carreira.
A propriedade de Oscar foi visitada por Celso Portiolli no quadro De Quem É Essa Mansão?, do Domingo Legal. A edição foi exibida pelo SBT em outubro de 2014 e mostrou o apresentador, acompanhado de Pedro Manso e da personagem Nina, tentando descobrir quem era o proprietário da residência antes da revelação de que o imóvel pertencia ao ex-jogador.
Entre os ambientes que chamavam atenção estava o espaço reservado para preservar objetos relacionados à trajetória de Oscar no esporte. Ao longo dos anos, o ex-jogador reuniu medalhas, fotografias, camisas utilizadas nos clubes que defendeu, contratos, tênis e diferentes troféus conquistados durante a carreira.

A coleção ocupava uma sala de aproximadamente 45 metros quadrados, dedicada às memórias acumuladas dentro e fora das quadras.
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Entre os itens preservados estava a medalha de ouro conquistada pelo Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987. Oscar também guardava documentos relacionados aos clubes pelos quais passou, incluindo um contrato de sua passagem pelo Flamengo que tinha Zico e Romário como testemunhas.
Apesar da quantidade de troféus e peças relacionadas aos principais momentos de sua trajetória, uma das recordações guardadas por Oscar remetia ao início de sua relação com o basquete: uma pequena cesta ligada aos primeiros arremessos que fez ainda jovem.

Mansão de Oscar Schmidt guardava lembranças das quadras
A visita à mansão também evidenciou como a trajetória de Oscar Schmidt estava presente dentro da residência. Mais do que objetos de decoração, diferentes recordações ajudavam a contar capítulos da vida do ex-jogador e de sua passagem por equipes brasileiras e internacionais.
A sala dedicada à carreira concentrava boa parte desse acervo. Camisas, fotografias, documentos e troféus dividiam espaço no ambiente, transformado em uma espécie de arquivo pessoal do atleta. Os objetos atravessavam diferentes fases de sua trajetória e mostravam que Oscar preservou lembranças até mesmo dos primeiros anos de sua relação com o basquete.
O cômodo também reunia conquistas que marcaram a história da Seleção Brasileira. Entre tantas peças acumuladas durante os anos nas quadras, a medalha do Pan-Americano de 1987 ganhava destaque por estar ligada a um dos episódios mais importantes da carreira de Oscar.

Oscar Schmidt construiu longa carreira no basquete
Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, Oscar Schmidt se tornou um dos grandes nomes da história do basquete brasileiro. O atleta construiu uma carreira de quase três décadas, com passagens por equipes do Brasil e da Europa, além de uma extensa trajetória defendendo a Seleção Brasileira.
Um dos momentos mais marcantes aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na ocasião, o Brasil conquistou a medalha de ouro ao derrotar os Estados Unidos por 120 a 115 na final. A conquista se tornou uma das mais lembradas da carreira do jogador — e a medalha daquele torneio permaneceu entre as recordações preservadas por ele.

Oscar também participou de cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e encerrou sua carreira profissional em 2003. Conhecido como Mão Santa, se tornou referência do basquete nacional e teve sua trajetória reconhecida internacionalmente.
Oscar Schmidt morreu em 17 de abril de 2026, aos 68 anos. Décadas depois de começar a jogar, parte dessa história permanecia preservada dentro de sua própria casa, em uma coleção que reunia lembranças de diferentes momentos de sua vida no esporte.
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