Roberta Close faz harmonização facial após os 60 anos; médico explica cuidados necessários
Estrela dos anos 80, a atriz Roberta Coose realizou harmonização facial; a CARAS Brasil conversou com especialista para entender quais são os cuidados necessários após o procedimento

Roberta Close, famosa atriz dos anos 80, chamou a atenção dos fãs por renovar seu visual aos 60 anos. Ela, que mora na Suíça há mais de 20 anos, esteve no Rio de Janeiro e optou por realizar procedimentos estéticos.
Para entender quais são os cuidados após o procedimento quando se tem mais de 60 anos, a CARAS Brasil conversou com o cirurgião-plástico Dr. Nicola Biancardi. Segundo o especialista, o cirurgião deve ter extrema cautela com o volume e o tipo de produto utilizado.
“Nessa faixa etária, o metabolismo cutâneo está mais lento, a pele mais fina e a capacidade de regeneração dos tecidos é reduzida. É fundamental evitar o exagero — o excesso de preenchedores pode gerar aspecto artificial e até prejudicar a mobilidade facial”.
Ele explicou que os pontos de aplicação precisam ser planejados respeitando o relevo ósseo, a espessura da pele e a harmonia global. Além disso, é essencial avaliar a vascularização e o histórico de procedimentos prévios.
Influência do envelhecimento da pele e da estrutura óssea
“Com o passar dos anos, há uma reabsorção óssea importante nas regiões malar, mandibular e periorbitária, além da perda de gordura profunda e flacidez da pele. Por isso, o cirurgião precisa trabalhar em planos mais profundos, com produtos adequados à sustentação e à reposição estrutural”, esclareceu o Dr. Nicola.
Segundo o médico, a durabilidade dos resultados também tende a ser menor, já que o colágeno e a elastina estão reduzidos. Isso exige tratamentos combinados, como bioestimuladores, lasers e tecnologias de retração cutânea, para garantir um efeito mais natural e prolongado.
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A busca por harmonização depois dos 60
“É cada vez mais comum. Homens e mulheres nessa idade buscam manter a expressão serena, melhorar o contorno facial e suavizar a flacidez — mas sem transformar completamente os traços”.
O especialista esclarece que o ideal é propor um plano de rejuvenescimento gradual, com sessões progressivas e integração de diferentes terapias regenerativas, em vez de uma intervenção única e volumosa.
“A harmonização aos 60 anos não é sobre mudar o rosto — é sobre devolver estrutura, luminosidade e vitalidade com respeito à história de cada paciente”, completou o Dr. Nicola Biancardi.
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