Médica explica tratamento de infecção grave que atingiu jornalista da Record: ‘O quanto antes’
Jornalista da Record, Adriana Perroni confirmou que foi internada após o diagnóstico de celulite facial, infecção grave e delicada; entenda tratamento

No início do mês, Adriana Perroni (44) foi internada após receber o diagnóstico de celulite facial e usou as redes sociais para fazer um alerta sobre a infecção, que pode ser grave e precisa de tratamento. Agora, a jornalista da Record já recebeu alta e segue com os cuidados em casa, para tratar também uma trombose no braço.
Para entender melhor como funciona o tratamento quadro que atingiu a jornalista da Record, a CARAS Brasil entrevistou a cirurgiã vascular Aline Lamaita. A especialista explica que ele é sempre médico e deve ser iniciado o mais rápido possível, a fim de evitar a progressão da infecção.
“Normalmente envolve o uso de antibióticos orais ou intravenosos, dependendo da gravidade, além de medidas de suporte como analgésicos, anti-inflamatórios e cuidados locais. Em alguns casos, especialmente quando há formação de abscessos ou coleções de pus, pode ser necessário realizar drenagem.”
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Lamaita diz que é recomendado que os pacientes não tentem manipular ou espremer a região, já que isso aumenta o risco de disseminação da infecção. “A melhora costuma acontecer em poucos dias quando o tratamento é instituído rapidamente, mas o acompanhamento médico é essencial para garantir que não haja complicações.”
O QUE É A CELULITE FACIAL?
A médica diz que o quadro é diferente da celulite estética, que é bastante conhecida por atingir pernas e glúteos. “É uma infecção bacteriana da pele e do tecido subcutâneo da face, Ela geralmente começa de forma súbita, com vermelhidão, inchaço, dor ao toque e aumento da temperatura local.”
Lamaita diz que outros sintomas comuns são a pele ficar brilhante e sensível, e, em alguns casos, o paciente pode também sentir febre, mal-estar e até aumento de gânglios na região do pescoço. “Essa infecção costuma surgir quando bactérias, principalmente estreptococos ou estafilococos, entram na pele por pequenas lesões, espinhas, feridas ou mesmo após procedimentos invasivos.”
“É uma condição que exige atenção médica imediata, pois a face tem comunicação vascular com o cérebro, aumentando o risco de complicações mais graves como meningite se não houver tratamento adequado“, acrescenta a especialista.
CONFIRA PUBLICAÇÃO RECENTE DE ADRIANA PERRONI, JORNALISTA DA RECORD:
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