O ator Selton Mello revelou um detalhe curioso sobre sua vida pessoal durante participação no programa ‘É de Casa’, exibido neste sábado, 4. Em conversa com a apresentadora Maria Beltrão, o artista contou a origem de seu nome e surpreendeu ao explicar que ele é uma homenagem aos pais.
O artista, que iniciou a carreira ainda na infância, levado pela mãe, Selva Aretuza, explicou que seu nome nasceu da união de partes dos nomes dos pais: o “Sel” veio de Selva, enquanto o “ton” foi inspirado em Dalton Natal de Melo, seu pai.
“Minha mãe se chamava Selva. Ela pegou o Sel, de Selva, e o ton, de Danton. Eu amo meu nome. Nunca gostei de apelido. Eu amo meu nome, porque é um presente que ganhei dos meus pais. Pai e mãe são a coisa mais importante que existe.”
A homenagem se estende também ao irmão do ator, Danton Mello, que recebeu um nome inspirado na mesma origem familiar.

Selton Mello abandonou vício que durou 25 anos
O ator Selton Mello falou recentemente sobre a decisão de abandonar o vício em cigarro. Ele fumou por 25 anos e decidiu largar o ato há quatro anos. Agora, ele contou sobre como foi este processo em sua vida e o que percebeu sobre as pessoas que fumam.
“Quatro anos longe do cigarro. Uma vitória pessoal bem grande & falo publicamente porque pode inspirar alguém. Foram 25 anos fumando. Fumando muito. Sentia um cansaço que não passava. Compreendi que o cigarro estava sugando meu fôlego, comendo minha energia. Era o fim dele na minha vida. Não troquei por vape, não usei adesivo. Decidi que aquela relação tóxica havia chegado ao fim. Espiritualmente aquilo não me pertencia mais”, disse ele.
“O início foi muito difícil, desesperador, muita ansiedade, fissura, mas não impossível. Passei a comer bem mais, engordei bastante, mas sabia que depois eu equalizava isso, tudo valia a pena. Demorei 6 meses pra tomar algum drink, muito medo de uma recaída. Um dia testei um vinho com os amigos, e deu certo, zero vontade de fumar. Café, eu demorei mais de 1 ano pra tomar de novo, medo enorme de associar. Hoje tomo café tranquilamente“, contou.
‘Fede muito’
E falou sobre o cheiro de quem fuma. “Sabe o que mais me ajudou nos primeiros meses do processo? A percepção de que aquilo fede muito! Quando via alguém fumando, eu me aproximava, para testar se teria vontade e o que sentia era repulsa e isso me ajudou muito mesmo! Se isso vai te impactar e te ajudar a pensar, saiba: Se você é fumante, você cheira mal. Simples e duro assim. Desculpe a sinceridade, mas talvez te ajude a pensar. Não adianta perfume e chiclete, você está impregnado. Eu entro num carro hoje e sei se o motorista é fumante porque tudo fica tomado. Chego no andar de um prédio e sei qual vizinho fuma, a coisa fica no ar, muito bizarro. O cigarro ajudava a passar o tempo, esperando pra entrar em cena nas filmagens, troquei isso por procurar coisas divertidas na internet“, afirmou.
Por fim, declarou: “Fôlego renovado, taxas melhores, saúde melhor. Mas meu maior aliado pra parar foi de fato o cheiro. A fedentina me ajudou na missão de largar. Doido, né? Foram 25 anos de um casamento fedido. Ah! Fedido e muito feliz!!! Sim, porque dava um baita prazer … Hmm café e cigarrinho… drink e cigarrinho…telefone e cigarrinho… O desgraçado é tão sorrateiro fedidinho do mal que não me espantaria se voltasse a fumar AMANHÃ!!! Entendeu? Máximo respeito. Não digo que sou ex-fumante. Estou sem fumar há quatro anos. E me sinto bem melhor. Acredite: é possível“.
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