Rachel Gutvilen, ex-bailarina do Domingão do Faustão, está celebrando mais uma conquista do filho, Romeu Gutvilen. Aos 11 anos, o menino foi aprovado na primeira fase do vestibular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), desafio normalmente enfrentado por estudantes do Ensino Médio. Nas redes sociais, a mãe compartilhou um vídeo ao lado do filho para comemorar o resultado e se declarou ao garoto. “A mamãe morre de orgulho! Nem o céu é o limite, meu bichinho! Sempre te apoiarei em tudo! Te amo!”, escreveu.

Em entrevista à revista Quem, Rachel revelou a emoção ao receber a notícia da aprovação. “Vibrei muito quando soube do resultado. Sou mãe solo, então a família é pequena. Foi uma conquista que nos deixou imensamente orgulhosos”, afirmou. Aos 43 anos, a ex-bailarina, que integrou o elenco do Domingão do Faustão entre 2010 e 2013, atualmente atua como corretora de imóveis e dedica grande parte do tempo ao desenvolvimento do filho.

Confira!

Menino já acumula conquistas em matemática e xadrez

Romeu chama atenção há anos por suas altas habilidades intelectuais. Segundo Rachel, ele foi a primeira criança a ingressar na Mensa Brasil, associação que reúne pessoas com elevado potencial cognitivo. Apesar do desempenho acadêmico avançado, a mãe destaca que o garoto leva uma rotina normal da infância. “Mas, apesar do cognitivo extremamente avançado, ele anda de patins, brinca de se esconder, dá susto na gente como uma criança da idade dele. Ele vive uma vida de criança”, explicou.

O menino já conquistou títulos importantes. Entre eles, é campeão de xadrez na categoria sub-6, possui duas medalhas da Olimpíada Canguru de Matemática e também foi aprovado na primeira fase da OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas). Aos sete anos, Romeu também participou do quadro Pequenos Gênios, do Domingão com Huck, tornando-se o participante mais jovem daquela edição.

Mãe revela como identificou a superdotação

Rachel contou que percebeu características diferentes no filho ainda na primeira infância. A descoberta da superdotação aconteceu quando Romeu tinha cinco anos e apresentava tiques relacionados à ansiedade. “Eu sabia que ele era fascinado por números. Pesquisei professores de matemática particular e, assim que ele começou as aulas, os tiques sumiram. Era uma ansiedade que foi resolvida quando ele passou a receber desafios que a escola jamais entregava”, relatou.

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