Após perder um dos filhos, Nadja Haddad comove com relato: ‘Gestação frustrada’
Após ter tido os filhos com gêmeos com 23 semanas e ter perdido um deles, Nadja Haddad revela que gravidez não foi como imaginava e impacta com relato

A apresentadora Nadja Haddad abriu o jogo sobre como foi ter uma gestação interrompida nas 23 semanas e ver os dois filhos gêmeos internados, tendo perdido um deles. Em entrevista para a jornalista Izabella Camargo, ela contou que viveu uma gravidez que não sonhava.
A comunicadora comoveu ao contar que não pode fazer o que muitas mulheres fazem durante a fase. Apesar das dificuldades, Nadja Haddad disse que aprendeu a lidar com a situação.
“Eu entrei no trabalho de parto com 23 semanas, muito precoce, muito cedo. Estava fazendo tudo certinho, a gente sempre se culpa, sempre acha que a culpa é nossa, que a gente fez algo diferente, algo errado, mas era a história que Deus tinha escrito para mim e para os meus bebês”, começou dizendo.
E falou sobre as frustrações: “Então eu não vivi a expectativa de uma gestação tão sonhada e feliz, a playlist do parto nunca ouvi, aquelas fotos de gestante nunca tive, o registro do nascimento dos meus meninos também não e nem ouvi o choro dos meus bebês quando eles nasceram“.
“Ou seja, foi uma gestação frustrada, muito frustrada e que eu tive que aprender a lidar com essas frustrações, com essas decepções, com a não realização de tantos sonhos. Hoje, eu agradeço muito por tudo que eu vivi, porque eu aprendi a valorizar cada etapa vencida, cada etapa sofria. E eu tive o privilégio de assistir à gestação dos meus bebês fora do útero junto com o meu marido. Batalhamos juntos, lutamos juntos, sofremos juntos, o luto e a luta. Então eu aprendi a ressignificar tudo isso, mas a minha gestação foi extremamente frustante”, disse ela como encarou as coisas.
Nadja Haddad fala sobre sua gestação:
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Os filhos de Nadja Haddad
Os filhos de Nadja Haddad nasceram no sexto mês de gestação, e foram internados na UTI neonatal da maternidade. Antônio morreu em maio. Em novembro de 2024, José recebeu alta.
Em 2025, ela fez um desabafo ao relembrar a partida do bebê. “Nunca vai cicatrizar, mas o fortalecimento da fé faz com que a gente entenda que ser mãe de anjo também é uma grande bênção. Existem dias que eu só existo. O meu sorriso no rosto está aqui para mostrar a gratidão que tenho porque tenho outro filho em casa, mas o meu coração vive sangrando”, desabafou.
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