ROBERTA MIRANDA NO EXÓTICO SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
Cantora se encanta com o país africano e abraça causa social em benefício da educação
Convidada para fazer um show em São Tomé e Príncipe, no continente africano, a cantora Roberta Miranda (50) se diz encantada com as belezas naturais do lugar e, principalmente, com sua calorosa população. Em sua primeira visita, ela participou do evento inaugural do Gala Gira Ilha, competição esportiva entre crianças das ilhotas de São Tomé e de Príncipe – que formam o país -, na capital São Tomé.
Explorar a exuberante natureza local, como a da paradisíaca praia Lagoa Azul, e conhecer a cultura dessa pequena nação da África são as escolhas da cantora para sua estada de 12 dias. Mas a marca maior da viagem, admite ela, é o contato com o povo simples das ilhas. Nesta conversa, Roberta detalha para CARAS como é vivenciar essa experiência inesquecível.
– Como surgiu o convite para se apresentar no país?
– Há dez anos São Tomé e Príncipe me ‘namora’. Finalmente, surgiu uma oportunidade real de me apresentar aqui. É emocionante ver pessoas de outra cultura cantando minhas músicas. É muito gratificante ser recebida com tanto entusiasmo e amor por um público tão caloroso e encantador.
– Como tem sido sua rotina em São Tomé e Príncipe?
– Tenho aproveitado para conhecer as belezas naturais do país e ter contato mais de perto com o povo daqui, que é maravilhoso.
– É um lugar paradisíaco?
– O mar daqui é de fazer inveja ao do Caribe. Em São Tomé e Príncipe se produz um dos melhores cafés do mundo. Embora pequena, a produção dos próximos dez anos já está vendida para Portugal.
– O país tem muitos problemas. O que a tem tocado mais?
– A educação enfrenta graves problemas. Fui convidada para ser madrinha da Fundação Criança Gira, que organizará eventos para arrecadar fundos para as escolas locais. Vamos fazer shows beneficentes e o primeiro será neste começo de ano, em Cabo Verde.
– E os planos para o futuro?
– Já está tudo pronto para a gravação de meu próximo CD.
– Quando entra em estúdio?
– No final deste mês ou no começo de fevereiro darei início às gravações do meu 21o trabalho, que ainda não tem nome definido.
– O CD trará só músicas de sua autoria?
– Não, neste novo disco vou reunir grandes clássicos sertanejos e canções inéditas de minha autoria.
– Pode revelar quais são os clássicos que selecionou?
– Conto, mas somente porque é para os leitores de CARAS. Um dos clássicos será Ipê Florido, uma canção linda e emocionante.