MILTON NASCIMENTO SOLTA A VOZ DENTRO DE SUA CASA

Ele recebe vips e parceiros para lançar um selo próprio e apresentar a cantora Marina Machado

Na casa aberta é noite de festa. O verso da canção Casa Aber ta, de Flávio Henrique e Chico Amaral, gravada por Milton Nascimento (66) no álbum Pietà (2002), define a confraternização organizada pelo músico em sua mansão no bairro do Itanhangá, Rio. A noite reuniu cerca de 100 pessoas para celebrar a contratação da primeira artista pelo selo do anfitrião, Nascimento: a mineira Marina Machado (36). “É uma alegria muito grande fazer alguma coisa por ela. A Marina canta com muita emoção. Uma vez estávamos fazendo show na Espanha e ela começou a chorar no palco. Era uma música que tinha tudo a ver com o momento”, lembrou Milton, que recebeu, entre outros, o casal Maria Paula (38) e João Suplicy (34) e os parceiros Flávio Venturini (59), Wagner Tiso (63) e Toninho Horta (60). “Sou reservado, mas nem tanto. Aqui fazemos muitas jam sessions. Vamos das dez da noite às seis da manhã. Desde criança, minha casa sempre esteve lotada de amigos. Primeiro vem a amizade, depois a música”, completou ele.

O ponto alto do encontro foi o pocket show do cantor e compositor ao lado de sua nova contratada no anfiteatro construído por ele em seu jardim. Na plateia, a irmã de Milton Beth Campos (50), o maestro Carlos Prazeres (35), o cantor e ator Sérgio Loroza (42), os músicos Tunai (59), Zé Renato (53), Rodrigo Maranhão (38), Jorge Vercilo (40), Gabriel Moura (41) e Mombaça (40). “Eu já tinha o primeiro disco da Marina e adoro o trabalho dela”, afirmou o cantor Paulinho Moska (41), em polgado com o espaço musical da casa. “Vamos promover um festival aqui!”, brincou ele, de mãos dadas com a sua mulher, a atriz Larissa Bracher (31).

A recepção calorosa dos amigos de Milton emocionaram Marina Machado, que confessou o nervosismo diante de um público tão seleto. Segundo a cantora, Milton realizou seu sonho de pequena, viajar muito. “Ele me levou para o mundo e perguntei se ele não queria ser meu padrinho. Disse que cantava, dançava e iria obedecer em tudo. Ele é muito generoso”, agradeceu Ma rina. Depois da apre sen tação da cantora, os músicos Gabriel Guedes (31), filho de Beto Guedes (56), e Naissa (28) subiram ao palco para dar uma canja. A noite festiva terminou com uma apresentação de Felipe Dylon (21), que tocou Hey Joe, de Jimi Hendrix (1942-1970).