LUZ SOLAR DE LUCILIA DINIZ NA ÁSIA E OCEANIA

Em tour familiar, empresária desvenda a Austrália e retorna à Tailândia e Dubai

A primeira parada das merecidas férias de Lucilia Diniz (52) foi a Austrália. Uma estirada e tanto, mas que compensou cada minuto do longo voo de 17 horas rumo ao país de dimensões continentais. “Eu ainda não conhecia a Austrália. O Faustão, que já esteve lá quatro vezes, vivia falando bem. Vale muito a pena”, conta, estusiasmada. Em 20 dias de passeio, Lucilia, ainda voltou à capital da Tailândia, Bangkok, e a Dubai, um dos Emirados Árabes, desta vez com os filhos, Giovanna (19) – que levou o namorado, Rafael Rios (20) – e Tiago (22). “Foram dias de encantamento, diversidade e cultura”, sintetiza a empresária e sócia do Grupo Pão de Açúcar e presidente da empresa de alimentos Goodlight, parceira da Nestlé.

– Foram longas distâncias e passeios prazerosos. O que mais a impressionou na Austrália?
– A Grande Barreira de Corais é imperdível. Alugamos um iate e navegamos mar adentro. O cenário fascina. A Baía de Sydney também é linda. O Opera House, uma obra-prima, impressionou minha filha, que estuda arquitetura. O país oferece muitas belezas e o calor forte é um convite às praias. A cada dia conhecemos uma diferente, incluindo a badalada Bondi Beach, de águas cristalinas e localização privilegiada.

– O seu segundo destino foi Bangkok, na Tailândia. Há quatro anos você esteve lá, como foi voltar agora com os filhos?
– Tive sorte porque contei com o acompanhamento do mesmo guia de quatro anos atrás, quando fui sozinha. Bangkok é alto-astral e exótica. É considerada a cidade mais amigável de todo o sudeste asiático, e isso contagia o visitante, sempre cumprimentado com um sorriso. Além disso, a religiosidade é forte, mais ainda que no Japão.

– Essa atmosfera de religiosidade a influencia? Você se considera uma pessoa de fé?
– Eu sou ecumênica, um misto de todas as religiões. Pego um pouquinho de cada uma, do budismo, da católica. Em Bangkok a energia é maravilhosa. Visitei vários templos incríveis, como o do Buda de Jade e do Buda Deitado. O budismo é repleto de simbolismos e num dos templos havia 180 potes, com recomendação para depositar moedinhas em todos e, assim, ter sorte na vida. Segui a tradição, claro!

– A última parada do roteiro foi Dubai, que conhecera ano passado. Mudaram suas impressões?
– Desta vez achei tudo mais interessante. Pude perceber que a cidade vai muito além daquela que o turista conhece. Meus filhos ficaram encantados com a visão mágica do pôr-do-sol no deserto. Outra vista que vale a pena é a do Hotel Burj al Arab, onde há restaurantes maravilhosos.

– E as tentações gastronômicas? Fica difícil manter a boa forma?
– Para mim a boa forma já faz parte da vida, não é mais sacrifício. Na Austrália, por exemplo, fui ao supermercado e comprei sopinhas prontas, que acho mais saudável que certas comidas condimentadas. Coloco um molho de tomate fresco e pronto. Meu desafio agora é viver bem, o que é um exercício contínuo, para toda a vida.

– E o coração, como anda?
– Estou na entresafra, enquanto não surge um novo namorado eu me divirto em lugares exóticos. Adoro viajar, é sempre uma grande experiência.