No calor, no frio,/ Ria, ria! Ria,/ Como lhe aconselha/ Essa doce velha/ Cheirando a alecrim,/ A alegre alegria!
Manuel Bandeira (1886-1968), poeta pernambucano.
O inverno triste/ Como à sorte o acolhamos./ Haja inverno na Terra, não na mente.
Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português, um dos maiores de todos os tempos.
Só do prazer sentido por nós mesmos é que podemos extrair conhecimento e dor.
Marcel Proust (1871-1922), escritor francês.
A tristeza é inevitável, mas não é vantajosa.
Jorge Luis Borges (1899-1986), escritor argentino.
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A esperança… oh, a esperança tem sido a melhor coisa na vida.
Thomas Mann (1875-1955), escritor alemão.
Não só de fé vive o homem, mas também de pão e seus compostos.
Machado de Assis (1839-1908), escritor carioca.
A felicidade é uma estação intermédia entre a carência e o excesso.
Henrik Ibsen (1828-1906), dramaturgo norueguês.
Todos os homens/ Matam a coisa amada.
Oscar Wilde (1854-1900), escritor e dramaturgo irlandês.
A criança que não brinca não é uma criança, mas o homem que não brinca perdeu para sempre a criança que vivia nele e que lhe fará muita falta.
Pablo Neruda (1904-1973), poeta chileno.
A juventude é cheia de sol e amor. A juventude é feliz porque tem a faculdade de ver a beleza. A perda dessa faculdade marca o começo da triste velhice.
Franz Kafka (1884-1924), escritor tcheco.
O homem só tem duas missões importantes: amar e escrever à máquina. Escrever com dois dedos e amar com a vida inteira.
Antônio Maria (1921-1964), cronista e compositor pernambucano.
Uma civilização sem coração prejudica o amor. As pessoas ficam muito sós, só pensam em interesses.
Tom Jobim (1927-1994), compositor carioca.
O egoísta, embalsamando-se a si mesmo, transforma-se numa múmia, que não sente a dor, mas que não goza a alegria.
Paolo Mantegazza (1831-1910), escritor italiano.
Em quem me acha um defeito encontro dois.
Dante Milano (1899-1991), poeta carioca.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
Artur da Távola (1936-2008), escritor carioca.
Receberás aquilo com que já não contas na festa que não esperas.
Aníbal Machado (1894-1964), escritor mineiro.
Os poetas são os legisladores desconhecidos do mundo.
Percy Bysshe Shelley (1792-1822), escritor inglês.
O erro máximo dos filósofos foi pretender sempre que os povos filosofassem.
Mariano da Fonseca, marquês de Maricá (1773-1848), político carioca.
Da briga do homem com outros surge a retórica; da briga do homem consigo mesmo nasce a poesia.
William Butler Yeats (1865-1939), poeta irlandês.
Tantas coisas contêm em si o acidente/ de perdê-las, que perder não é nada sério./ Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero,/ a chave perdida, a hora gasta bestamente./ A arte de perder não é nenhum mistério.
Elizabeth Bishop (1911-1979), poeta norte-americana.