Qualquer tolo pode dizer a verdade, mas é necessário um homem de algum senso para saber como contar bem uma mentira.
Samuel Butler (1835-1902), escritor inglês.

Os mentirosos raramente são apanhados e, entre eles, mais especialmente a mulher que amamos.
Marcel Proust (1871-1922), escritor francês, em A Prisioneira.

A mentira é muita vez tão involuntária quanto a respiração.
Machado de Assis (1839-1908), escritor carioca, autor de Dom Casmurro.

A verdade é muito nua, não excita os homens.
Jean Cocteau (1889-1963), romancista e cineasta francês.

O que mais pesa em cima de um travesseiro é a consciência.
Leon Eliachar (1923-1987), jornalista e escritor brasileiro nascido no Cairo.

Quem pouco pensa muito erra.
Leonardo da Vinci (1452-1519), pintor italiano.

É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.
Epíteto (55-135), filósofo grego.

O ignorante não é apenas um lastro, mas um perigo na embarcação social.
Cesare Cantu (1804-1895), historiador e escritor italiano.

Normalmente, o homem evita atribuir inteligência ao seu próximo; exceto quando se trata de um inimigo.
Albert Einstein (1879-1955),físico alemão naturalizado norte-americano.

Uma coisa é ser um homem erudito, outra, um homem grande.
Giuseppe Baretti (1719-1789), crítico literário e escritor italiano.

O problema essencial da educação é dar o exemplo.
Anne-Robert-Jacques Turgot (1727-1781), economista francês.

Sei bem que as coisas da vida não têm lógica nenhuma, principalmente quando uma delas é ocupar a Presidência da República.
Lima Barreto (1881-1922), escritor carioca.

O mundo não é governado do alto de forma que o interesse particular e o social coincidam.
John Maynard Keynes (1883-1946), economista inglês.

A sociedade é um sistema de egoísmos maleáveis, de concorrências intermitentes.
Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português, no livro A Economia em Pessoa, de Gustavo H. B. Franco (51).

Poesia é remédio contra sufocação.
João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro, no livro Sinfonia Minas Gerais, de Alaor Barbosa (LGE Editora).

Chamo lirismo o estado do homem que consente em se deixar vencer por Deus.
André Gide (1869-1951), escritor e crítico francês.

Quando tudo acabar, acabou. E pronto.
Anthony Quinn (1915-2001), ator norte-americano nascido no México.

Ai! amamonos tanto! E eis que te esqueço./ E tu me esqueces! Ilusões, enganos!/ Já lá se vão passados tantos anos!/ Não me conheces mais, nem te conheço.
Alberto de Oliveira (1857-1937), poeta fluminense, no livro Melhores Poemas, de Sânzio de Azevedo (Global).

O que é o amor? Pergunte a quem vive. O que é a vida? Pergunte a quem adora.
Percy Bysshe Shelley (1792-1822), poeta e escritor inglês, em Uma Defesa da Poesia e Outros Ensaios (Landmark).

Quando os deuses querem nos punir, eles atendem às nossas orações.
Orson Welles (1915-1985), ator e cineasta norte-americano, no livro Mistérios da Alma, de Luiz Alberto Py (Best Seller).