Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Florbela Espanca (1895-1930), poeta portuguesa, sobre o sexo feminino, celebrado mundialmente no dia 8 de março.

No primeiro período da vida o homem ama a mulher como mãe; no segundo, como irmã; no terceiro, como amante; no quarto, como esposa; no quinto, como filha.
Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865), jornalista e teórico socialista francês.

Eu quisera dar-te, ademais dos beijos e das rosas, tudo o que nunca foi dado por um homem à sua amada.
Vinicius de Moraes (1913-1980), poeta carioca.

Corra atrás da verdade com todas as suas forças e você será livre.
Clarence Darrow (1857-1938), advogado norteamericano.

Pois isto não é o fim. Não é nem sequer o começo. Mas talvez seja o fim do começo.
Winston Churchill (1874-1965), estadista inglês.

Felicidade é a certeza de que nossa vida não está se passando inutilmente.
Érico Verissimo (1905-1975), escritor gaúcho.

Que ânsia de amar! E tudo a amar me ensina.
Alberto de Oliveira (1857-1937), poeta fluminense, em Melhores Poemas (Global).

É aquilo que chamamos bondade que produz o prazer; é aquilo que chamamos maldade que produz a dor.
Percy Bysshe Shelley (1792-1822), poeta e escritor inglês, em Uma Defesa da Poesia e Outros Ensaios (Landmark).

Só por hoje não terei medo de nada. Principalmente não terei medo de gozar do que é belo e de acreditar que do mesmo modo como eu me der ao mundo também o mundo se dará a mim.
João XXIII (1881-1963), papa italiano, citado no livro Mistérios da Alma, de Luiz Alberto Py (Best Seller).

Não pretendo fazer coisa alguma pela pátria, pela família, pela humanidade (…). De resto, acresce que nada sei de história social, política e intelectual do país; que nada sei de geografia; que nada entendo de ciências sociais e próximas, (…) vou dar um excelente deputado.
Lima Barreto (1881-1922), escritor carioca.

A diferença entre a moral e a política é esta: para a moral o homem é um fim e para a política é um meio. A moral nunca pode, portanto, ser política, e a política que é moral deixa de ser política.
Pío Baroja y Nessi (1872 -1956), escritor espanhol.

A paciência dos povos é a manjedoura dos tiranos.
Emilio De Marchi (1851-1901), escritor italiano.

O poder ilimitado corrompe a mente dos que o possuem.
William Pitt, o Velho (1708-1778), político inglês.

Nada vale a pena ganhar,/ Exceto o riso e o amor dos amigos.
Hilaire Belloc (1870-1953), poeta inglês.

A amizade é o grande bem da vida.
Jorge Amado (1912-2001), escritor baiano, autor de Tocaia Grande.

Sei lá eu por que eu canto!/ Nem sei se é canto…ou espanto…/ Talvez cante sem querer…/ Talvez pra ver…ou pra não ver…/ Pra lembrar… ou esquecer…/ Ou viver… ou reviver/ – Eu não tenho o que fazer!
Paulo Mendes Campos (1922-1991), escritor mineiro, em Cantiga para Mário Quintana.

Se um homem quiser ocupar-se incessantemente de coisas sérias e não se abandonar de vez em quando ao divertimento, sem perceber, fica louco ou idiota.
Heródoto (484-420 a.C), historiador grego.