Gilberto Gil, de 84 anos, falou sobre a dor da perda da filha, Preta Gil, durante seu depoimento para o documentário “Preta Gil – Eu Não Ando Só”. A cantora morreu em julho de 2025, aos 50 anos, após enfrentar um câncer colorretal.

Em uma prévia exibida pelo Fantástico, da TV Globo, no domingo, 12, o cantor relembrou a despedida da artista e revelou a saudade que sente. “Quando ela morreu, quando ela teve que ir embora, o mundo disse: ‘Poxa vida’. Minha menina foi embora. Tenho muita saudade dela”, declarou.

A homenagem à trajetória de Preta Gil não ficará restrita ao longa-metragem. O Globoplay também lançará, no próximo dia 20, a série documental “Meu Nome é Preta”, que faz parte do projeto “Quanto Mais Preta Melhor”. A produção promete revisitar a vida, os vínculos afetivos e a contribuição artística deixada pela cantora.

Filme e série resgatam a trajetória de Preta Gil

O documentário nasceu de um desejo manifestado pela própria Preta após descobrir a doença, em janeiro de 2023. Na época, ela decidiu registrar sua rotina e os bastidores do tratamento por meio de gravações feitas com o celular, criando um diário pessoal que serve como base para o filme. A produção também reúne depoimentos emocionantes de pessoas que acompanharam de perto sua luta.

Já a série, dividida em quatro episódios, apresenta diferentes momentos da vida da artista por meio de relatos inéditos de familiares e amigos. Entre os participantes estão Gilberto Gil, Flora Gil, Bela Gil e Fran Gil, além de nomes como Carolina Dieckmann, Regina Casé, Ivete Sangalo, Ana Carolina, Gominho e Duh Marinho, que compartilham lembranças e histórias marcantes sobre a cantora.