É possível que, em termos de destino, o homem valha mais pela profundeza de suas perguntas do que por suas respostas.
André Malraux (1901-1976), escritor e político francês.

A psicologia nunca poderá dizer a verdade sobre a loucura, pois é a loucura que detém a verdade da psicologia.
Michel Foucault (1926-1984), filósofo francês.

Foges em companhia de ti próprio: é de alma que precisas mudar, não de clima.
Sêneca (4 a.C-65), filósofo romano nascido em Córdoba.

Muitas vezes a decisão é a arte de ser cruel a tempo.
Henry Becque (1837-1899), dramaturgo francês.

A vida é um tecido de equívocos.
Cyro dos Anjos (1906-1994), escritor mineiro.

Noivado é vinho. Casamento é vinagre. O marido é o noivo que azedou.
Humberto de Campos (1886-1934), escritor maranhense.

A mulher perdoa a fealdade, os cabelos brancos e até as doenças repugnantes; mas o que nunca perdoa é a estupidez.
Paolo Mantegazza (1831-1910), antropólogo, político e escritor italiano.

Antigamente, minha casa estava cheia de livros lidos pela metade. É tão repugnante quanto essas pessoas que apenas beliscam um foie gras e mandam jogar fora o resto.
Albert Camus (1913-1960), escritor francês nascido na Argélia.

A maioria das pessoas deixa de representar quando chega à puberdade ou antes disso. Mas algunsde nós pulam a barreira do embaraço e passam o resto da vida representando os sonhos dos outros.
Laurence Olivier (1907-1989), ator inglês cujo centenário de nascimento se comemora em 22 de maio.

Deitado eternamente em berço esplêndido, o Brasil é o rei da dormência.
Carlito Maia (1924-2002), publicitário mineiro.

Os brasileiros são capazes de grandes ações, contanto que elas não exijam atenção acurada.
José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), político paulista.

Não o que o homem é, apenas o que ele faz é o patrimônio que não poderá perder jamais.
Friedrich Hebbel (1813-1863), poeta e dramaturgo alemão.

A honestidade é elogiada por todos, mas morre de frio.
Juvenal (60-140), poeta satírico romano.

Os malvados que têm sucesso são insuportáveis.
Os malvados que têm sucesso são insuportáveis.

A natureza nos deu dois ouvidos mas uma só boca.
Benjamin Disraeli (1804-1881), político britânico.

As famílias numerosas são muito mais normais, mais inteligentes e mais felizes.
Nelson Rodrigues (1912-1980), dramaturgo pernambucano.

Mais preciosa ao poeta, existe uma bebida, / Que a Virgílio faltou, e de Arouet foi querida:/ Tu, divino café, cujo amável licor,/ Sem a mente alterar, ao peito dá vigor.
Jacques Delille (1738-1813), poeta francês, sobre o café, celebrado no Brasil em 24 de maio.

Uma guerra é constituída de uma série de catástrofes que resultam em uma vitória.
Georges Clemenceau (1841-1929), jornalista e político francês.

Punhaladas em nome da liberdade são punhaladas no coração da liberdade.
José Martí (1853-1895), poeta cubano.

Só falta tempo a quem não sabe aproveitá-lo.
Gaspar Melchor Jovellanos (1744-1811), escritor e jurista espanhol.