REQUEBRADO DE ADRIANA BOMBOM ABALA AS ESTRUTURAS DO ANHEMBI
No auge da boa forma, a bela dançarina lidera time de musas em dois dias de espetáculo , arte e sedução no grupo especial
Com carros monumentais e fantasias esplendorosas, o carnaval de São Paulo se consolida como um dos maiores espetáculos populares do país. No sambódromo do Anhembi, uma constelação desfilou nas 14 escolas do Grupo Especial, atraindo uma plateia de mais de 40000 foliões em dois dias de festa, aberta pelo governador José Serra (66) e pelo prefeito Gilberto Kassab (48), com Caio Luiz de Carvalho (57), presidente da São Paulo Turismo, e Sidnei Carrioullo, presidente da Liga das Escolas de Samba de SP.
Com performance de tirar o fôlego, Adriana Bombom (34), madrinha da bateria da Tom Maior, mostrou o resultado de quatro meses de intensa preparação. “Há quatro anos faço a dieta da clara de ovo e batata antes do carnaval. Este ano comi 70 ovos em dois dias. Mas vale o sacrifício, estou espetacular, com apenas 7% de gordura. Samba no pé é fundamental, mas por que não ter um corpo bacana também? Une-se o útil ao agradável”, disse a musa da agremiação que contou a história de Angola.
Um dos destaques da escola do Sumaré, Ana Hickmann (27) dava glamour ao carro Sangue Negro. “É minha estreia no carnaval paulista, a fantasia é pesada e o carro balança muito, mas vale a pena, não fiquei com medo. O coração fica a mil, é muita responsabilidade”, contou a apresentadora do Hoje em Dia, da Record. Para fechar o desfile, a Miss Angola 2008, Lesliana Pereira (21), e um grupo de representantes africanos. “Esse é o segundo ano que participo do carnaval do Brasil. Foi muito bom cantar Angola, o enredo me trouxe momentos de emoção e abordou temas importantes”, disse a miss.
Outra escultural era Amanda Françozo (28), pela segunda vez consecutiva madrinha de bateria da Vai-Vai. “A comunidade é o segredo de cada escola”, declarou Amanda, declarando todo seu amor pela Saracura. Preocupada em evitar acidentes, a apresentadora Sabrina Sato (27) optou por um modelo mais seguro. “Quis evitar o incidente de 2008, quando estourou a alça do bustiê. Posso sambar tranqüila”, explicou. Seu traje, A Revolução, ajudou a Gaviões da Fiel a narrar a história mundial por meio da evolução da roda. De Fada Rainha, Ellen Rocche (29) estava entre as mais lindas das nobres. “Estou me achando a Madonna, a Ivete Sangalo, poderosa, pronta para encarar milhares de pessoas. Fui a todos os ensaios e malhei por um ano: perdi quatro quilos”, disse a atriz, sem o amado, Ricardo Macchi (38), no Rio por conta de agenda. Único homem a desfilar como destaque à frente da bateria, Miguel Falabella (52) mostrou ser passista de primeira na Nenê de Vila Matilde, que homenageou o seu fundador. “Foi uma alegria participar desse tributo ao Seu Nenê, uma força aos 87 anos. Só o som da bateria já me anima, me bota no meio de um batuque que fico feliz”, disse o autor de Negócio da China, da Globo. Outra homenageada foi Regina Casé (54) tema do último carro da Leandro de Itaquera, que exaltou a periferia. “Meu coração está cheio de amor e gratidão por SP e por Itaquera. Estou honrada em representar a periferia, embora ache que ela não precisa de mim: esse carnaval e essa beleza vem dela”, resumiu Regina, com a filha, Benedita (19), e sem o marido, Estevão Ciavatta (39), no Rio recuperando-se de uma queda de cavalo ocorrida em novembro.