Citações
Tempo! suspende o vôo: em tantas alegrias,/ Parai, horas propícias!/ E deixai-nos gozar de nossos belos dias/ As rápidas delícias.
Alphonse de Lamartine (1790-1869), poeta e político francês.
Um dos grandes benefícios do amor às letras e à leitura é salvar a velhice da rabugem e do mau humor que ordinariamente a acompanham.
Mariano da Fonseca, marquês de Maricá (1773-1848), político carioca.
Nenhum livro é tão ruim que não possa ser útil sob algum aspecto.
Caio Plínio Segundo, chamado Plínio, o Velho (23-79), naturalista romano.
Escolhe um autor como escolhes um amigo.
Wentworth Dillon (?-1685), poeta inglês nascido na Irlanda.
A ociosidade culta me parece ser a ocupação ideal para o homem.
Oscar Wilde (1854-1900), escritor e dramaturgo irlandês.
Mais feliz que os felizes é quem pode fazer o outro feliz.
Alexandre Dumas, o pai (1802-1870), escritor francês.
Tarde de brasa a arder, sol de verão/ Cingindo, voluptuoso, o horizonte…/ Sinto-me luz e cor, ritmo e clarão.
Florbela Espanca (1895-1930), poeta portuguesa.
Um dia de verão é um compromisso com a felicidade. E ai dos que não podem sintonizar o coração com a harmonia e a luminosidade do mundo ao redor.
J. G. de Araújo Jorge (1916-1987), poeta e político acreano.
Só as pessoas desenvolvidas do modo mais elevado e feliz têm alegria contagiante, irresistível e benévola.
Fiodor Dostoievski (1821-1881), escritor russo, autor de Crime e Castigo.
Necessito de um ser sendo ao meu lado/ Um ser profundo e aberto, um ser amado.
Mário Faustino (1930-1962), poeta piauiense.
Precisamos começar a amar para não adoecer, e iremos adoecer se, por impedimentos, não pudermos amar.
Sigmund Freud (1856-1939), neurologista austríaco, fundador da Psicanálise.
Todo amor é triste, mas, mesmo triste, é o melhor que existe.
Ramón de Campoamor (1817-1901), poeta popular romântico espanhol.
Não confunda o amor com o delírio da posse.
Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), escritor e aviador francês.
Sai um pouco de entre mim e o Sol!
Diógenes, o Cínico (cerca de 400-325 a.C.), filósofo grego.
A ingratidão é uma forma de fraqueza. Nunca vi homens hábeis serem ingratos.
Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832), poeta alemão.
Depois da Guerra vão nascer lírios nas pedras, grandes lírios cor de sangue, belas rosas desmaiadas. Depois da Guerra vai haver fertilidade, vai haver natalidade, vai haver felicidade.
Vinicius de Moraes (1913-1980), poeta, compositor e diplomata carioca.
Ainda mais terrível do que a destruição, me parece ser a inacreditável servidão à qual a guerra submete o indivíduo. Não é espantoso ser forçado por um movimento geral a cometer ações que, individualmente, cada um considera abomináveis crimes?
Albert Einstein (1879-1955), físico alemão naturalizado norte-americano.
Em todas as lágrimas há uma esperança.
Simone de Beauvoir (1908 -1986), escritora francesa, que completaria 100 anos no dia 9.