Ator de 90 anos mantém mansão de R$ 3 milhões com 27 cômodos mesmo após quase perder tudo em dívidas
Pai de oito filhos, ícone do humor enfrentou crises financeiras e contou com o apoio de parceiro famoso para salvar patrimônio. Saiba quem são

A trajetória de um dos maiores comediantes do Brasil revela que o sucesso no auge da carreira não é garantia de estabilidade eterna. Aos 90 anos, o artista mantém um patrimônio imobiliário imponente, incluindo uma mansão avaliada em mais de R$ 3 milhões, mas a caminhada para preservar esses bens foi marcada por dívidas que quase o levaram à falência total.
O protagonista dessa história de altos e baixos é Dedé Santana. O eterno integrante de Os Trapalhões já admitiu publicamente que, no passado, a falta de controle nos gastos e a confiança excessiva em gestores resultaram em um rombo financeiro. O humorista chegou a enfrentar uma dívida gigante após ex-empresários deixarem de pagar impostos, colocando em risco tudo o que ele construiu no cinema e na TV.
O império de 27 cômodos no litoral
Atualmente, o patrimônio de Dedé está concentrado em imóveis de alto padrão. Sua propriedade mais comentada é uma mansão na Praia de Cabeçudas, em Itajaí (SC), que possui 27 cômodos e está avaliada em cerca de R$ 3,4 milhões. Recentemente, o ator venceu uma disputa judicial para garantir a posse da casa, que quase foi a leilão por conta de pendências do passado.
Além da residência em Santa Catarina, o humorista vive em uma casa no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. Em momentos de maior aperto financeiro, ele chegou a tentar vender a mansão do Sul para quitar o imóvel carioca, mas a negociação não se concretizou, forçando-o a reorganizar o orçamento familiar para não se desfazer das propriedades.
Família numerosa e a ajuda de um “irmão”
Com quatro casamentos no currículo e pai de oito filhos, Dedé Santana sempre teve um alto custo de vida. Para manter a estrutura de sua numerosa família aos 89 anos, ele continua trabalhando intensamente, percorrendo o país com espetáculos de circo.
Nos períodos de maior dificuldade, quando até o custo do plano de saúde se tornou um peso, o ator contou com a ajuda fundamental de seu parceiro de décadas, Renato Aragão. O intérprete de Didi assumiu o pagamento do convênio médico do amigo, garantindo que ele tivesse a assistência necessária. Hoje, Dedé se define como um homem de “classe média” que, apesar das crises, conseguiu manter seu teto e seu legado para as futuras gerações.
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