Conheça a casa de Ary Fontoura, o Quinzinho de Êta Mundo Melhor!
O ator Ary Fontoura vive em uma casa espaçosa no Rio de Janeiro com direito a biblioteca e sala de jantar conjugada

O ator Ary Fontoura, de 92 anos, que faz o Quinzinho na novela Êta Mundo Melhor!, da Globo, abriu as portas de sua casa para mostrar alguns cômodos especiais da propriedade. Ele vive em uma casa na zona oeste do Rio de Janeiro e deixou o espaço com a sua cara.
Na propriedade, ele possui uma biblioteca para seus livros e também para a coleção de CDs e DVDs, que ele deixa devidamente catalogada para encontrar os seus títulos na hora de assistir e ouvir. “Eu tenho uma coleção muito grande, mais de sete mil títulos de filmes. CD e DVD na minha casa sempre cabe mais um”, disse ele ao mostrar seu lar no programa Casa GNT, do canal da TV por assinatura.
A casa ainda tem sala de jantar e sala de estar conjugadas em conceito aberto e uma escritório, que é onde ele guarda seus troféus.
Veja as fotos e o vídeo da casa de Ary Fontoura:







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O fenômeno Ary Fontoura
Ary Fontoura é, sem dúvidas, um dos maiores ícones da dramaturgia brasileira. Nascido em Curitiba, Paraná, em 27 de janeiro de 1933, ele dedicou mais de sete décadas de sua vida à arte, construindo uma carreira sólida no teatro, no cinema e, principalmente, na televisão. Mas, se engana quem pensa que o veterano parou no tempo. Aos 92 anos, ele provou que idade é apenas um número, transformando-se em um fenômeno digital e conquistando uma legião de jovens seguidores.
O talento de Ary Fontoura para criar “tipos” é inegável, fazendo dele um dos atores mais prestigiados do país. Sua versatilidade permite que ele transite com maestria entre a comédia e o drama, interpretando desde mocinhos a vilões complexos.
Entre a extensa lista de trabalhos que ultrapassa 50 novelas, alguns personagens ficaram para sempre na memória do público:
- Nonô Correia (Amor com Amor se Paga, 1984): O avarento que escondia a comida em buracos na parede é, até hoje, um de seus papéis mais lembrados e populares.
- Seu Flô (Roque Santeiro, 1985): O prefeito Florindo Abelha, de jeito impagável, provou seu grande talento cômico.
- Coronel Artur da Tapitanga (Tieta, 1989): O pérfido coronel vilanesco demonstra a amplitude de sua arte.
- Silveirinha (A Favorita, 2008): O mordomo que se revela um vilão ardiloso e complexo rendeu-lhe grande destaque e reconhecimento, incluindo prêmios.
- Professor Aristóbulo (Saramandaia, 1976): O homem que se transformava em lobisomem é outro tipo inesquecível da teledramaturgia nacional.
Ary também acumula prêmios importantes, como três Prêmios APCA e o Troféu Mário Lago pelo conjunto da obra, em 2018.
Por que ele virou um fenômeno da web?
O segredo do sucesso digital de Ary Fontoura, segundo ele mesmo, é a autenticidade. Os conteúdos mostram um pouco de sua vida real, longe dos personagens e dos estúdios.
- Conteúdo Útil e Leve: As postagens abordam temas do cotidiano, como faxina na casa, receitas e o cuidado com a saúde, sempre com um toque de bom humor.
- Conexão Genuína: O ator enxerga as redes sociais como espaços de relacionamento, o que permitiu uma aproximação verdadeira com o público.
- Apoio Profissional: Ele conta com um profissional para auxiliá-lo com a parte tecnológica e empresarial, o que garante a frequência e qualidade das postagens.
O sucesso foi tanto que, em 2024, já ultrapassava 6,6 milhões de seguidores e o rendeu indicações a prêmios na categoria de personalidade digital.
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