Juliana Silveira (46) fez uma revelação a respeito do sucesso de Floribella — novela infanto-juvenil que ela protagonizou na Band, entre 2005 e 2006, e marcou sua carreira no audiovisual.
A atriz contou ter sido orientada por várias pessoas do meio artístico a se desvencilhar do rótulo da personagem, a fim de não ficar marcada por ela. “Muitas pessoas ao meu redor, inclusive empresários, diziam isso para mim. Falavam que eu precisava seguir esse caminho, esquecer a personagem ou fazer uma coisa mais mulher, mais sexy“, recordou, em entrevista ao site de Heloisa Tolipan.
Não obstante, Juliana nunca concordou com esses conselhos — e fez questão de não lhes dar ouvidos. “Sempre fui muito contra. Nunca senti necessidade de apagar a Floribella. Vou muito devagar e não tenho necessidade nenhuma de provar nada para ninguém. Eu tenho o amor do público, e isso importa muito mais para mim do que a opinião de duas ou três pessoas.”
Ela admite que se surpreende com o sucesso que a personagem Maria Flor faz até hoje. “Quando você faz um personagem lá atrás, não imagina que isso vai acontecer. Eu sabia do sucesso que foi e existia muito aquela preocupação de fazer a transição, de seguir em frente, guardar aquilo numa caixinha e continuar a carreira.”
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“Nunca imaginei que, 20 anos depois, pudesse contar a minha história, fazer um tributo a essa personagem e ser tão bem recebida novamente pelo público, conseguindo lotar os teatros como aconteceu“, acrescentou a loira, referindo-se ao sucesso recente dos shows de sua turnê Juliana Silveira Canta Floribella.
Floribella foi a versão brasileira da novela argentina Floricienta, criada por Cris Morena (69) — a mesma de outros sucessos infanto-juvenis, como Chiquititas e Rebelde. A história original ganhou recentemente uma continuação, Margarida, centralizada na filha da personagem principal e estreada esta semana no catálogo da Netflix.
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