Médica fala sobre tumor diagnosticado em filho de Safadão: ‘Acompanhamento periódico’

À CARAS Brasil, oncopediatra detalha o tumor no crânio que levou o filho de Safadão, de 14 anos, a passar por cirurgia

Oncopediatra fala sobre tumor diagnosticado em filho de Safadão: 'Acompanhamento periódico'
Oncopediatra fala sobre tumor diagnosticado em filho de Safadão: 'Acompanhamento periódico' - Reprodução/Instagram

O fim de semana foi de grande apreensão para Wesley Safadão e Mileide Mihaile. O filho do ex-casal, Yhudy, de 14 anos, precisou passar por uma cirurgia de emergência em São Paulo após a descoberta de um tumor no crânio.

O jovem vinha se queixando de fortes dores de cabeça, o que levou a família a procurar atendimento médico imediato. Em nota, a família agradeceu as mensagens de apoio e pediu respeito ao momento delicado: “Esse é um processo que exige serenidade e privacidade para a recuperação do nosso filho”.

Segundo comunicado, o tumor foi identificado no osso parietal do crânio e apresenta características de benignidade, possivelmente um granuloma eosinófilo (histiocitose de Langerhans). Embora os exames de biópsia ainda estejam em andamento, a cirurgia foi considerada um sucesso e Yhudy já recebeu alta hospitalar, retornando para casa sob cuidados.

O que dizem os profissionais?

A CARAS Brasil conversou com a oncopedriatra Amanda Ibagy para entender sobre o tumor diagnosticado em Yhudy. A profissional destacou a importância do diagnóstico precoce:

“Dores de cabeça persistentes e de forte intensidade em crianças e adolescentes nunca devem ser ignoradas. A realização de exames de imagem pode identificar alterações intracranianas e, quando necessário, a cirurgia é a medida mais segura para evitar riscos maiores”.

A especialista explicou que, se confirmado o diagnóstico de histiocitose de Langerhans, o prognóstico tende a ser positivo: “Esse tipo de lesão costuma ter bom comportamento clínico. A retirada cirúrgica já representa um avanço importante no tratamento, e o acompanhamento periódico garante segurança ao paciente e à família”.

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“Um momento como esse é desafiador não apenas para o adolescente, mas também para todos ao redor. O suporte psicológico, aliado ao cuidado clínico, é fundamental para que o jovem se sinta amparado e possa retomar sua rotina com confiança”.

Com a cirurgia concluída e o adolescente já em casa, a expectativa é de que os próximos dias sejam de descanso, acompanhamento médico e muito afeto familiar.

“A força da família é determinante em casos assim. Estar cercado de carinho e apoio contribui muito para o bem-estar do paciente”, concluiu a dra. Amanda.

 

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