Após polêmicas, filhas do ex-príncipe Andrew não irão à tradicional missa de Páscoa da realeza
Beatrice e Eugenie de York querem evitar exposição após serem citadas no caso Epstein

A decisão das princesas Beatrice de York (37) e Eugenie de York (36) de não participarem da tradicional missa de Páscoa da família real britânica ganhou um novo peso nos bastidores da monarquia. O movimento ocorre em meio ao avanço das investigações contra o pai das duas, o ex-príncipe Andrew (66), irmão do rei Charles III (77).
Segundo informações recentes, Andrew é alvo de apuração do Ministério Público britânico por suspeita de uso indevido do cargo em relação ao caso de Jeffrey Epstein, de acordo com a CNN. O ex-príncipe chegou a ser detido pela polícia em fevereiro deste ano e segue sob investigação, mesmo sem acusação formal até o momento.

Caso Epstein volta a pressionar a realeza
O caso traz de volta um dos maiores escândalos já enfrentados pela monarquia britânica. Novos documentos e mensagens divulgados recentemente aprofundaram as suspeitas sobre a relação entre Andrew e Epstein, ampliando a pressão pública e política sobre a família real.
Diante desse cenário, a ausência de Beatrice e Eugenie na celebração religiosa não é vista como um simples desencontro de agenda. De acordo com a imprensa, a decisão partiu das próprias princesas, em uma tentativa de evitar ainda mais exposição em meio à crise, especialmente após seus nomes aparecerem em arquivos ligados ao caso.
Apesar do momento delicado, fontes indicam que o afastamento não deve ser definitivo. Nos últimos anos, as duas mantiveram presença em eventos oficiais e chegaram a participar normalmente da missa de Páscoa anterior, em Windsor.

O que aconteceu com o ex-príncipe na monarquia?
Enquanto isso, a situação de Andrew continua a se agravar. Além de já ter perdido títulos e funções dentro da monarquia, há discussões no Reino Unido sobre medidas ainda mais duras, como sua possível exclusão da linha de sucessão ao trono, um reflexo direto do desgaste causado pelo escândalo.
O episódio evidencia o momento delicado vivido pela realeza britânica, pressionada por novos desdobramentos de um caso que segue sem resolução e continua afetando diretamente a imagem da instituição.