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A Nobreza do Amor: Veja as primeiras fotos de Lázaro Ramos como vilão em novela

Lázaro Ramos começa as gravações de ‘A Nobreza do Amor’ como o seu primeiro vilão na carreira nas novelas

Gravação da novela A Nobreza do Amor - Foto: Globo/Estevam Avellar
Gravação da novela A Nobreza do Amor - Foto: Globo/Estevam Avellar

O ator Lázaro Ramos está de volta às novelas e com uma novidade: ele viverá seu primeiro vilão na teledramaturgia. O artista iniciou as gravações de A Nobreza do Amor, que é a próxima novela das 6 da Globo, na última semana, na qual dá vida para Jendal. Nesta segunda-feira, 26, a emissora divulgou as primeiras fotos do artista em cena.

A novela A Nobreza do Amor traz uma história que une o Brasil e a África em uma trama com reis e rainhas africanas, batalhas, disputa de poder, luta por justiça e o despertar do amor entre uma princesa africana e um trabalhador de engenho do Nordeste brasileiro.

Na trama, Jendal (Lázaro Ramos) é o primeiro-ministro e homem de confiança do rei Cayman II (Welket Bungué), cujo trono é usurpado pelo vilão no reino fictício de Batanga, uma ex-colônia portuguesa, onde se desenrola parte da história. Enquanto isso, a princesa Alika foge para o Brasil com sua mãe, a rainha Niara (Erika Januza), para escapar do tirano Jendal (Lázaro Ramos). No entanto, a grande obsessão de Jendal é capturar a princesa que um dia lhe foi prometida como esposa.

Gravação da novela A Nobreza do Amor - Foto: Globo/Estevam Avellar
Gravação da novela A Nobreza do Amor – Foto: Globo/Estevam Avellar
Gravação da novela A Nobreza do Amor - Foto: Globo/Estevam Avellar
Gravação da novela A Nobreza do Amor – Foto: Globo/Estevam Avellar

A palavra dos autores

A novela A Nobreza do Amor é escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr e eles destacam a oportunidade de contar uma história da cultura afrobrasileira. “Essa história vai construir uma ponte entre África e o Nordeste do Brasil, misturando culturas e realidades. É uma fábula sobre uma princesa preta, e isso, por si só, é muito significativo. Ela busca refúgio no Brasil quando seu pai, o rei Cayman II, sofre um golpe perpetrado por Jendal, seu primeiro-ministro e a família é condenada à morte. Nesse sentido, apesar de ser uma história que se passa em 1920, ela também aborda temas contemporâneos“, disse Rachid.

Por sua vez, Elisio Lopes Jr destacou: “Na trama, cada personagem vai ter um despertar e isso está conectado à construção e ao fortalecimento da nossa autoestima, tão negligenciada pela forma como a história do nosso país nos foi contada. Alika, por exemplo, descobre o amor verdadeiro, mas não abre mão de seu ideal, que é recuperar o trono de Batanga. Tonho desperta para a sua origem e sua missão, entendendo os limites impostos por sua cor“.

Para finalizar, Fischer afirmou: “É uma história que se passa em dois continentes, mas o que acontece numa arena, reverbera diretamente na outra e vice-versa. Uma história sobre as identificações entre Brasil e África. Sobre nossa herança africana. Nossa ideia é apresentar uma trama com uma grande variedade de histórias, cores e formatos, reforçando e celebrando essa conexão entre o continente africano, o Nordeste e o Brasil“.

A novela tem estreia prevista para 16 de março.

Priscilla Comoti é editora de conteúdo do site CARAS. Ela é formada em jornalismo e em audiovisual, já passou pelos sites Contigo!, Minha Novela, TiTiTi, Mais Novela e Portal Márcia Piovesan. Escreve sobre celebridades, notícias sobre a família real britânica, TV, reality show e novelas.