Morre Sérgio Mattos, que fez parte do início da carreira de Gisele Bündchen
Equipe de Sérgio Mattos confirma o falecimento: 'É com imensa dor que compartilhamos esta notícia'

O empresário Sérgio Mattos, fundador da agência de modelos 40 Graus, faleceu aos 62 anos de idade nesta quarta-feira, 15. A morte dele aconteceu após uma internação por complicações renais, informou o Jornal O Globo.
A notícia do falecimento foi confirmada pela equipe dele por meio de uma declaração oficial nas redes sociais. “Com profundo pesar, informamos o falecimento do nosso amado, Sérgio Mattos. Infelizmente, poucos minutos após a publicação da nota de esclarecimento sobre as informações inverídicas que circulavam, recebemos a triste confirmação de sua partida. É com imensa dor que compartilhamos esta notícia. Agradecemos sinceramente por todas as mensagens de carinho, solidariedade e apoio neste momento tão difícil. Em breve, divulgaremos um novo posicionamento oficial“, informaram.
Sérgio Mattos é um dos nomes mais conhecidos dos bastidores do mundo da moda no Brasil e no exterior. Ele fez parte do início da carreira da modelo Gisele Bündchen e de outros nomes do cenário fashion, como Cauã Reymond, Isabelli Fontana e Ana Beatriz Barros.
Ele era da Bahia e construiu sua carreira no Rio de Janeiro. De acordo com o site da agência 40 Graus Models, o empresário começou sua trajetória no mundo da moda ao assumir o cargo de relações-públicas da agência Elite em 1988. Ele viajava pelo Brasil em busca de modelos. Em sua carreira, ele também fez parte da agência Next, em Nova York, até abrir sua própria agência em 2004.
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O incentivo para Gisele Bündchen
Em uma entrevista quando completou 30 anos de carreira no mundo da moda, Sérgio Mattos relembrou como encontrou Gisele Bündchen no início da trajetória no Rio Grande do Sul.
“Conheci Gisele no concurso The look of the year, da agência Elite, onde eu trabalhava como booker. Era alta, magra e tinha uma certa atitude. Mas não dava para prever o que aconteceria. Minha ideia de beleza era clássica. Para mim, Linda Evangelista, com aquele rosto forte, se encaixava no perfil de mulher bonita. Gisele era comum, não muito diferente de suas conterrâneas. Quem nos alertou para seu potencial foi John Casablancas (morto em 2013) , o fundador da Elite. Ele notou que estávamos diante de uma supermodelo. A partir daí, passamos a olhá-la de um jeito especial, as coisas foram caminhando e o resto, todo mundo sabe. No fim, foi uma lição. Descobri que personalidade é mais importante do que uma feição perfeita“, disse ele ao Jornal O Globo.