João Liberato está vivendo uma nova fase longe da rotina que tinha nos Estados Unidos. Depois de passar 11 anos em Orlando, o filho de Gugu Liberato (1959-2019) voltou definitivamente ao Brasil e agora mora sozinho na casa onde o apresentador viveu, em Alphaville, na Grande São Paulo. Aos 24 anos, ele também passou a cuidar de sua parte do patrimônio deixado pelo pai. “Estou morando sozinho. Moro na casa onde meu pai morava e me adaptei bem. No começo, foi difícil porque tinha toda a minha vida em Orlando”, conta.
VIDA ADULTA
A mudança para São Paulo aconteceu em meio à decisão de investir na carreira artística. Além da televisão, João acompanha os negócios e os imóveis que fazem parte de seu patrimônio. “Realmente é muita coisa. Eu tenho pessoas ao meu redor que me ajudam, mas é difícil. Tem a TV, os imóveis e ainda preciso pensar em como expandir o patrimônio que meu pai me deixou”, afirma. Segundo ele, assumir essas responsabilidades tem sido parte importante de seu amadurecimento. “Isso faz parte da maturidade e da evolução como ser humano”, diz.
DESAFIO NA TV
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Na televisão, João se prepara para estrear o quadro Filhos de Quem?, no Domingo Espetacular, da RecordTV. A atração terá entrevistas e histórias de filhos de personalidades e seus pais, um tema que também desperta emoções por causa de sua própria relação com Gugu. “Tenho coisas em comum com os filhos que entrevisto e, às vezes, a emoção fica forte. Bate aquele sentimento: ‘Queria que meu pai estivesse aqui também’”, revela. Mesmo tendo o pai como uma de suas principais referências, ele reforça que busca desenvolver uma identidade própria. “Aprendo muito, mas tenho o meu próprio jeito de apresentar”, destaca.
NOVOS PROJETOS
João também já pensa nos próximos passos e quer ampliar sua atuação na comunicação. Além da televisão, ele planeja criar um canal no YouTube voltado para entretenimento e curiosidades. “Quero continuar na televisão”, afirma. Aos poucos, ele diz estar mais preparado para lidar com as comparações com o pai e com as críticas que recebeu no início da carreira. “Não tenho medo de errar, tem que errar para aprender”, resume.
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