Quem é o viúvo de Ione Borges? Apresentadora que morreu há três semanas faria 74 anos
Ione era casada desde 1993 e fazia raríssimas aparições com o esposo; apresentadora também surgia na mídia com sobrinhas

Se estivesse viva, Ione Borges (1951-2025) completaria 74 anos nesta segunda, 15. A apresentadora, que marcou gerações à frente dos programas femininos da TV Gazeta, morreu há três semanas, aos 73 anos, deixando um legado sólido na televisão brasileira e uma vida pessoal marcada pela discrição — especialmente no relacionamento com o marido, o empresário francês Jean François, com quem era casada por mais de três décadas.
Ione se casou com Jean François em 1993 e, desde então, manteve o relacionamento longe da exposição excessiva. O empresário francês raramente aparecia ao lado da apresentadora em eventos públicos, mas esteve presente em momentos importantes de sua trajetória.
Um desses registros ocorreu em setembro de 2004, quando Ione comemorou 24 anos de carreira com um jantar no restaurante Gallery Oggi, em São Paulo. Jean François acompanhou a esposa ao lado de familiares, amigos e convidados. No mesmo ano, o casal também foi fotografado durante a festa de lançamento da comédia teatral 2/4 de Motel, realizada em uma suíte do Harmony Motel, na capital paulista. Ambos os momentos ficaram eternizados nas galerias do site de famosos Área Vip.
Em 2006, Ione chegou a se afastar temporariamente da televisão para viajar com o marido pela Europa. Na ocasião, deixou o comando do programa Pra Você, da TV Gazeta, com Amanda Françoso (46), e seguiu para Paris, na França, onde assistiu, ao lado de familiares e amigos, à estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Alemanha. O destino final da viagem foi a casa de parentes de Jean François, onde o casal celebrou — mesmo sem o título mundial.
Família como prioridade
Sem filhos, Ione sempre deixou claro que considerava os sobrinhos como verdadeiros herdeiros afetivos. Bruna (40), Itacira (57) e Ingrid Borges (47) estiveram presentes em diversos momentos de sua vida e frequentemente a acompanhavam em viagens pelo Brasil e pelo exterior.
A apresentadora era apaixonada por turismo, cultura e gastronomia. Ao lado das sobrinhas, visitou países como Egito, Grécia e Itália, além de destinos nacionais como Trancoso, na Bahia. Em entrevistas, destacava o prazer de estar em família e afirmava que esses momentos compensavam a ausência de filhos.

Uma carreira que atravessou gerações
Nascida em São Paulo, em 15 de dezembro de 1951, Ione Borges iniciou a carreira ainda criança, aos 12 anos, participando de programas infantis da Record. Na década de 1960, destacou-se como uma das principais modelos do país, tornando-se garota-propaganda de grandes marcas do varejo.
Nos anos 1970, passou a atuar também como atriz e apresentadora, até se consolidar definitivamente na TV Gazeta. Em 1980, estreou no Mulheres, programa que comandou por quase duas décadas e que a transformou em um dos rostos mais conhecidos da televisão feminina brasileira. Ao lado de Claudete Troiano (72), formou uma das duplas mais longevas e queridas da emissora.
Depois, esteve à frente de atrações como Ione, Pra Você e Manhã Gazeta. Em 2010, pediu demissão alegando cansaço e problemas nas cordas vocais, mas acabou mantida sob contrato vitalício pela emissora, em reconhecimento aos mais de 40 anos de serviços prestados.
Relembre Ione Borges no programa Mulheres:
A morte e as homenagens
Ione Borges morreu em 24 de novembro, aos 73 anos. A notícia foi anunciada por Claudete Troiano, que prestou uma homenagem emocionada à amiga e parceira de décadas. O velório aconteceu no Funeral Velar Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, com a presença de familiares, amigos e colegas de profissão, como Leão Lobo (71).
Em nota oficial, a Fundação Cásper Líbero destacou o papel pioneiro de Ione na televisão brasileira e sua importância para a história da TV Gazeta. “Mais do que uma apresentadora, Ione foi uma companheira leal das tardes de milhares de brasileiros”, afirmou a instituição.
Três semanas após sua partida, o nome de Ione Borges segue vivo na memória do público — e na lembrança de uma trajetória marcada por profissionalismo, carisma e uma vida pessoal conduzida com elegância e discrição.



