Irmão de apresentador da Globo morre aos 68 anos e deixa mansão milionária em bairro de luxo de SP
Ídolo histórico do basquete brasileiro, Oscar Schmidt morreu após passar mal em São Paulo; relembre a carreira, a trajetória na televisão e a mansão onde viveu seus últimos anos.

A sexta-feira, 17, foi marcada por uma triste notícia envolvendo um ícone do esporte brasileiro. Considerado um dos maiores nomes da história do basquete mundial, Oscar Schmidt morreu aos 68 anos após passar mal e ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. A informação foi confirmada por sua assessoria, encerrando uma trajetória marcada por talento, carisma e uma conexão rara com o público brasileiro.
Ídolo dentro e fora das quadras, o eterno “Mão Santa” construiu uma carreira que atravessou gerações. Dono de uma das maiores pontuações da história do basquete, Oscar também reinventou sua imagem na televisão, conquistando novas audiências como comentarista esportivo e presença constante em programas de entretenimento. Fora dos holofotes esportivos, ele levava uma vida tranquila ao lado da família em uma mansão localizada em Alphaville, região nobre da Grande São Paulo.
A casa onde o ídolo viveu longe das quadras
A residência ganhou destaque nacional após ser exibida no programa Domingo Legal, do SBT, quando o ex-jogador abriu as portas de sua intimidade para o público. Localizada em um dos condomínios mais valorizados de Alphaville, a mansão chama atenção logo na chegada pela arquitetura clássica, marcada por telhados amplos, fachada imponente e jardins bem cuidados.
Construída em um terreno elevado, a casa oferece vista privilegiada para áreas verdes e ruas arborizadas do bairro, conhecido por reunir empresários, atletas e personalidades da televisão. O imóvel possui amplos ambientes integrados, salas de estar espaçosas, grandes janelas e iluminação natural abundante.
Entre os destaques da propriedade estão a área externa com piscina, espaço gourmet voltado para reuniões familiares e uma garagem ampla. A residência também conta com diversos quartos, suítes confortáveis e ambientes dedicados ao descanso, refletindo o estilo de vida mais reservado adotado por Oscar nos últimos anos.
Especialistas do mercado imobiliário apontam que imóveis semelhantes na região podem ultrapassar facilmente valores milionários, já que Alphaville figura entre os endereços mais valorizados do estado de São Paulo.
Uma carreira que ultrapassou o esporte
Antes mesmo de se tornar uma figura conhecida da televisão, Oscar Schmidt já havia consolidado um legado praticamente inalcançável nas quadras. O atleta disputou cinco Jogos Olímpicos, marcou mais de 49 mil pontos oficiais ao longo da carreira e tornou-se símbolo de uma geração que colocou o basquete brasileiro em evidência internacional.
Mesmo sem atuar na NBA, sua fama ultrapassou fronteiras. Clubes europeus disputavam sua contratação, enquanto a seleção brasileira encontrava nele sua principal referência técnica e emocional. A precisão nos arremessos rendeu o apelido de “Mão Santa”, transformando o jogador em um fenômeno popular.
Nos últimos anos, Oscar aproximou-se ainda mais do público por meio da televisão. Seu estilo direto, bem-humorado e espontâneo conquistou fãs fora do universo esportivo. A ligação com a TV também se estendia à família: ele era irmão do apresentador Tadeu Schmidt, rosto conhecido do entretenimento nacional e atualmente à frente do reality show Big Brother Brasil.
Legado, família e a vida em Alphaville
Após encerrar a carreira profissional, Oscar escolheu Alphaville como refúgio definitivo. A região oferecia segurança, tranquilidade e proximidade com São Paulo, permitindo que ele equilibrasse compromissos profissionais e momentos familiares.
A mansão refletia justamente essa fase da vida: menos competição e mais convivência. Amigos próximos relatavam que o ex-jogador valorizava encontros íntimos, conversas longas e o contato com admiradores que frequentemente demonstravam carinho nas ruas do condomínio.
A morte de Oscar Schmidt encerra um capítulo fundamental do esporte brasileiro, mas também reforça a dimensão humana de um atleta que nunca deixou de se conectar com o público. Entre recordes históricos, participações na televisão e uma vida construída com simplicidade fora das quadras, o ídolo deixa um legado que vai além das estatísticas.
O “Mão Santa” pode ter se despedido, mas sua história permanece viva, tanto na memória dos fãs quanto nos espaços onde escolheu viver seus últimos anos, longe do barulho das arquibancadas, mas cercado pelo reconhecimento que conquistou ao longo de décadas.
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