Discreta, apresentadora brasileira vive em mansão sustentável de 500 m²
Aos 59 anos, jornalista mora em casa de alto padrão em Brasília, com arquitetura integrada à natureza e energia autossuficiente; veja

Apresentadora brasileira construiu um estilo de vida mais reservado longe dos grandes centros urbanos. Em Brasília, ela vive em uma casa de 500 m² que combina arquitetura contemporânea com soluções sustentáveis e integração total com o meio ambiente.
O projeto foi pensado para respeitar o bioma local. A residência foi erguida em torno de um pequizeiro, elemento central da construção. A proposta valoriza iluminação natural, ventilação cruzada e conexão direta com a natureza.
As informações desta matéria foram publicadas originalmente pela revista Casa Vogue.
Projeto arquitetônico valoriza natureza e exclusividade
Giuliana Morrone decidiu investir em um imóvel que refletisse sua relação com Brasília. A casa foi projetada com foco em soluções que aliam estética e consciência ambiental.
O imóvel não possui aberturas voltadas para o poente e conta com espaços internos que favorecem a circulação de ar e luz natural. A residência também dispensa cercas, mantendo uma relação aberta com a rua.
Outro destaque é o uso de tecnologia sustentável. A casa possui placas solares para aquecimento de água e painéis fotovoltaicos, garantindo autonomia energética.
Ambientes sofisticados e design assinado
A decoração reúne peças de design reconhecido e mobiliário de alto padrão. Entre os destaques estão itens assinados por nomes como Sergio Rodrigues, Eero Saarinen e Marcel Breuer.
Os ambientes internos foram pensados para unir conforto e sofisticação. A sala de estar e a área de jantar contam com móveis de linhas modernas, enquanto o espaço externo inclui área gourmet e jardim integrado.
A casa também abriga elementos pessoais, como objetos de valor afetivo e peças que representam a trajetória de Giuliana.
Jardim e áreas externas reforçam conceito do projeto
A área externa segue o mesmo conceito sustentável. O jardim utiliza espécies nativas e exóticas em harmonia, com paisagismo voltado para o clima do Cerrado.
Nos fundos, o espaço é abastecido apenas por água da chuva. A escolha reduz o consumo e reforça o compromisso com o meio ambiente. A proposta também considera os períodos de seca característicos da região.
O projeto inclui ainda ambientes diferenciados, como banheiro a céu aberto e espaços voltados à contemplação e ao descanso.
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