Participante do BBB 26 recebeu diagnóstico de doença autoimune durante seletiva do reality
A declaração trouxe detalhes sobre o diagnóstico, o uso diário de medicação e os desafios enfrentados durante a seleção do BBB

Rafaella Jaqueira, que participou da Casa de Vidro e do Quarto Branco do Big Brother Brasil 26, usou as redes sociais para revelar que convive com uma doença autoimune. A informação foi compartilhada pela própria terapeuta ocupacional em uma publicação no X, antigo Twitter, ao comentar sua trajetória até o reality.
Segundo Rafaella, o diagnóstico de tireoidite de Hashimoto aconteceu ainda durante o processo seletivo da primeira vez que tentou entrar no programa, em 2020. A condição afeta o funcionamento da tireoide e exige acompanhamento médico contínuo, além do uso diário de medicação. “Sim, eu tenho doença autoimune e fui pro BBB. Uhuu”, escreveu ela ao abordar o tema.
Na publicação, a ex-participante explicou que faz uso de levotiroxina todos os dias em jejum, já que sua tireoide não funciona adequadamente. Rafaella também aproveitou o relato para incentivar outras pessoas a não desistirem de seus objetivos e manterem os exames de rotina em dia.
Apesar de não ter sido escolhida para entrar definitivamente no BBB 26, Rafaella esteve na Casa de Vidro, resistiu por cinco dias no Quarto Branco e acabou desmaiando durante o desafio final enfrentado pelo grupo, o que chamou atenção do público na época.
Ao finalizar o depoimento, Rafaella reforçou que sua participação no reality foi uma prova de que a doença não a impediu de seguir em frente. Ela ainda citou outra participante, Elisa, que também convive com a mesma condição, destacando a importância de dar visibilidade ao tema.
Uso de medicamentos controlados no BBB
Durante o Jornal dos Famosos, da LeoDias TV, o jornalista Gabriel Perline afirmou que a Globo flexibilizou sua postura ao longo dos anos, especialmente após a criação do grupo Camarote. Segundo ele, a emissora precisou se adaptar para permitir a entrada de participantes que fazem uso contínuo de determinados remédios.
“Antes do camarote, a Globo era muito rígida com essa questão. Mas, para ter nomes fortes no elenco, foi necessário flexibilizar algumas coisas”, disse Perline ao vivo. Ele destacou ainda que o uso de medicamentos controlados faz parte da rotina de muitos famosos e não pode ser tratado como exceção.
Historicamente, o programa sempre autorizou remédios ligados a condições crônicas, como diabetes e hipertensão, enquanto tratamentos para ansiedade e depressão enfrentavam mais restrições. Com a inclusão de celebridades, essa política passou por ajustes, alinhando o formato a uma visão mais ampla de cuidados.
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