Médica avalia decisão de Lucas Lima e Sandy envolvendo o filho: ‘Madura e necessária’
Lucas Lima desabafou sobre a proteção do filho e explicou a decisão dele e Sandy envolvendo o pequeno; em entrevista à CARAS Brasil, a Dra. Renata Castro avalia

Filho de Sandy e Lucas Lima, a identidade do pequeno Theo, de 11 anos atualmente, desperta curiosidade nos fãs dos artistas desde o seu nascimento. Os pais do menino, no entanto, decidiram protegê-lo e, até o momento, não mostraram publicamente o rosto do herdeiro.
Apesar da decisão de Sandy e do ex-marido Lucas Lima ter sido revelada assim que Theo chegou ao mundo, alguns internautas ainda questionaram o motivo do neto de Xororó ser mantido longe dos holofotes, uma vez que ele faz parte de uma família famosa. Em entrevista recente ao ‘Gshow’, o músico explicou porque o ex-casal não muda de ideia em relação a isso.
Segundo Lucas Lima, a proteção do filho seguirá até que o menino complete 18 anos e possa decidir por si só se deseja ou não se tornar uma pessoa pública. “O cuidado é até a maioridade. E a gente vai proteger ele porque a vida privada dele é dele, não é minha. Então, ele tem que ter a posse disso“, declarou o ex-marido de Sandy.
A cantora também já falou sobre o assunto: “Eu preservo a privacidade dele porque eu quero que ele tenha essa escolha. Se ele vai querer ser famoso ou não. Por enquanto, ninguém sabe como é a cara do Theo“, disse ela em participação no Quem Pode, Pod.
O que diz a médica pediatra?
Para entender mais sobre o assunto, a CARAS Brasil entrevista a Dra. Renata Castro, médica pediatra e neonatologista com graduação e residência médica na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Ela avalia.
“Concordo plenamente com a declaração dele: ‘Proteger até a maioridade’ e entender que a vida privada de uma criança lhe pertence, não aos pais, nem ao público. É uma postura madura e necessária. Há fundamentos fortes na psicologia infantil que apontam para os riscos reais de exposição precoce e permanente nas redes sociais”, declara.
Dados que chamam a atenção
A recomendação da OMS e da Academia Americana de Pediatria é que adolescentes tenham, no máximo, duas horas diárias de lazer com telas e que o uso de dispositivos seja evitado antes de dormir. O Ministério da Saúde orienta que o acesso às redes sociais seja evitado antes dos 12 anos e controlado até os 17. A Dra. Renata de Castro chama atenção sobre jovens em exposição.
“Expor crianças excessivamente nas redes ou em mídias sociais pode sim ter consequências negativas para a saúde mental. A privacidade de uma criança não é apenas um detalhe, mas um direito fundamental que influencia diretamente sua saúde emocional, seu desenvolvimento social e até mesmo sua segurança. Proteger a imagem e a privacidade de uma criança não significa privá-la do mundo, mas sim dar a ela a chance de escolher, no futuro, como e quando deseja se apresentar a ele”, finaliza ao analisar casos como do filho da cantora Sandy e do cantor Lucas Lima.
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