Ex-namorada do filho de Angélica, Duda Guerra revela hiperidrose; dermatologista explica tratamento
Após o relato de Duda Guerra sobre suor excessivo, especialista alerta que é uma condição médica série e indica quais tratamentos realmente funcionam

A influenciadora Duda Guerra, ex-namorada de Benício Huck, revelou recentemente que convive com uma condição de suor excessivo nas mãos e pés — a hiperidrose — e explicou que se trata de uma condição genética que afeta membros da sua família. Para entender melhor essa condição, conversamos com a dermatologista Dra. Karen Aquilina Cezar, que esclarece os principais tipos, manifestações, tratamentos e o impacto que a hiperidrose pode ter na vida do paciente.
Principais tipos de hiperidrose
Segundo a Dra. Karen, existem dois tipos principais de hiperidrose: “a hiperidrose primária, que costuma surgir desde a juventude e afeta regiões como mãos, axilas ou pés, e a secundária, ligada a outras doenças ou medicamentos.”
De acordo com ela, o suor excessivo aparece mesmo em repouso e sem esforço físico, e “muitos pacientes evitam dar as mãos ou usar certas roupas. Não é frescura — é uma condição médica que impacta a autoestima e o convívio social.”
A literatura médica confirma que a hiperidrose primária (ou focal) geralmente começa na adolescência ou juventude, afeta palmas, plantas, axilas e rosto, e não ocorre durante o sono. Já a hiperidrose secundária aparece mais tarde, pode afetar grandes áreas do corpo ou ocorrer até durante o sono, e está associada a doenças ou medicamentos.
Dra. Karen explica que suor excessivo pode indicar outro problema além da hiperidrose: “Às vezes o suor em excesso é sinal de desequilíbrios hormonais, metabólicos ou até emocionais.” Ela alerta para a necessidade de investigação: “Nem todo suor é normal — quando ele foge do controle, o corpo está pedindo atenção” .
Tratamentos mais eficazes hoje
Conforme a dermatologista: “Podemos usar toxina botulínica para bloquear o suor em axilas, mãos e pés; iontoforese e laser em casos localizados; e até procedimentos definitivos nos casos mais severos.” Ela reforça: “Com os avanços da medicina, ninguém precisa conviver em silêncio com a hiperidrose”.
Segundo Dra. Karen: “O impacto vai muito além do físico — afeta a segurança, a autoestima e a vida social. Muitos pacientes deixam de cumprimentar pessoas, evitam eventos e mudam até a forma de se vestir”. E ela completa: “Tratar a hiperidrose é muito mais do que controlar o suor — é devolver confiança e liberdade.”
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